Quem tem varizes pode viajar de avião?

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Quem tem varizes pode viajar de avião, porém deve seguir algumas medidas para melhorar a circulação sanguínea das pernas e dos pés durante o voo. Quem tem varizes mais grossas (calibrosas) deve evitar ficar muito tempo em pé, sentado ou parado porque essas situações fazem com que o sangue não circule adequadamente nas pernas e pés, provocando o surgimento de inchaços (edemas), aumentando a possibilidade de formação de coágulo dentro dos vasos sanguíneos (trombo) e o seu deslocamento, o que pode causar uma embolia pulmonar.


Dúvidas relacionadas


Qual é o risco quando a criança tem “golf ball”?

Na maioria dos casos, a presença de “golf ball” não oferece risco algum para o bebê. Isoladamente, o “golf ball” é um achado sem importância, que não tem significado clínico. Contudo, ele pode estar associado a anomalias genéticas, como as síndromes de Down (trissomia do 21), Patau (trissomia do 13), Edwards (trissomia do 18) e síndrome de Turner.


Quais são os sintomas do pré-diabetes?

As pessoas com pré-diabetes, na maioria das vezes não apresenta qualquer sintoma, o que dificulta o diagnóstico precoce da doença. Em geral só é detectado mediante algum exame de sangue de rotina, o que chamamos de sinal da doença, por ser uma evidência, e não uma queixa (sintoma) do paciente.


Qual é o tratamento para o transtorno da personalidade esquiva?

O tratamento para o transtorno da personalidade esquiva é feito com psicoterapia e quando necessário medicamentos psiquiátricos. A medicação muitas vezes usada para tratar esse tipo de transtorno de personalidade é composta por antidepressivos e ansiolíticos. Na psicoterapia, dentre os métodos mais utilizados está a terapia cognitivo-comportamental.


Autismo – Sintomas

O autismo manifesta-se habitualmente nos primeiros 3 anos de vida, particularmente na faixa etária dos 15 meses aos 3 anos, altura em que é esperada uma grande evolução nas competências de comunicação das crianças. Os sinais de alarme incluem:

Não apontar com o dedo para pedir ou mostrar aos 16 meses
Usar pouco o contacto ocular para fazer pedidos e na comunicação em geral
Não responder ao seu nome
Não se envolver em gracinhas e jogos de imitação (ex: bater palminhas)
Ser muito independente em idade precoce, isto é, não solicitar/envolver os outros
Apresentar comportamentos repetitivos como rodar objetos ou alinhar formas e cores
Não usar frases de duas palavras aos dois anos ou deixar de dizer palavras que já dizia

No entanto, é necessária uma avaliação detalhada e integrada para confirmar o significado destes sintomas. Algumas crianças têm sintomas isolados que não correspondem necessariamente ao diagnóstico de PEA.

A dificuldade em descodificar as ações e o pensamento do outro, o atraso na linguagem (frequente, mas não obrigatório), a necessidade de estimulação sensorial ou hipersensibilidade a determinados estímulos (ex: estímulos sonoros), podem associar-se a birras frequentes e difíceis de acalmar, agressividade ou comportamentos estranhos para as outras pessoas.

Algumas condições com sintomas mais leves podem tornar-se evidentes apenas mais tarde (depois dos 3 anos), quando passa a existir uma maior exigência em relação ao comportamento social da criança/adolescente.

Os interesses específicos podem determinar que a criança se destaque em competências específicas, acima do esperado para a sua idade (ex: conhecer todas as marcas de automóveis, ou números e letras precocemente). Contudo, nas situações de PEA, existem outras competências importantes que ficaram para trás, principalmente do ponto de vista social.


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Leonardo Saraiva – Rolandia – PR