Rosangela Theodoro mudou seus hábitos e tem uma vida mais saudável

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A dona de casa Rosangela Theodoro, 41 anos, conta como perdeu 33 quilos apenas alterando seus hábitos para uma vida saudável


Dúvidas relacionadas


Qual o tratamento para erisipela?

O tratamento para erisipela inclui a administração de antibióticos por via via oral, repouso e elevação do membro afetado. Esse é o tratamento se a infecção não estiver numa fase mais avançada.


Tratamentos Dentários – Sintomas

Os tratamentos estéticos promovem uma melhoria nítida do seu sorriso, imagem e auto-confiança. Desde a modificação da cor dos dentes (branqueamento dentário) à alteração da sua forma (coroas e facetas) as alternativas são inúmeras.

1. Branqueamento Dentário

2. Facetas

3. Coroas

4. Fraturas de dentes

 

1. Branqueamento Dentário

Consiste na alteração da cor dos dentes tornando-os mais brancos. 

Este tratamento dentário não desgasta nem enfraquece os dentes. É aplicado um gel na superfície dos dentes que os vai clarear.

Pode ser feita de duas formas: no consultório ou em casa (mas sempre com orientação adequada). Os resultados finais são equivalentes apenas diferindo na velocidade com que se obtém a cor desejada.

 

2. Facetas

As facetas consistem na alteração da forma e/ou cor através da aplicação de uma fina lâmina de cerâmica ou compósito sobre o dente. Este tratamento envolve um desgaste mínimo da superfície visível do dente (de 0.3 a 0.7 mm) que permite dissimular a transição entre o dente e a faceta.

Possibilitam também o encerramento de espaços inestéticos entre os dentes (diastemas).

3. Coroas

Coroas em dentes naturais

As coroas são aconselhadas nos casos em que é necessário conferir maior resistência e durabilidade a dentes danificados, melhorar a estética, o formato ou o alinhamento dos dentes da arcada dentária.

Implicam um desgaste maior de cerca de 1mm em todo o redor do dente. São realizados em cerâmica pura de forma a obterem um resultado estético final ótimo.

Coroas sobre implantes

Uma coroa também pode ser colocada sobre um implante dentário, repondo a forma e a estrutura do dente natural perdido.


Hiperglicemia – Sintomas

As suas manifestações mais comuns são micções frequentes, sede, fome constante, dores de cabeça, dificuldade de concentração, visão enevoada, fadiga, prurido e perda de peso.

Se a hiperglicemia não for corrigida, tendem a ocorrer infeções cutâneas e vaginais, dificuldade na cicatrização de feridas, perda de sensibilidade nas extremidades por lesão dos nervos, disfunção erétil, alterações digestivas e renais.

Nos casos mais graves, pode dar-se um coma diabético (cetoacidose). Neste quadro, uma vez que o organismo não possui insulina suficiente para converter a glucose em energia, vai recorrer à gordura como fonte alternativa. Durante esse processo formam-se cetonas em excesso que condicionam um quadro clínico de náuseas, vómitos, dificuldade respiratória, hálito adocicado e boca seca. Esta situação pode ser fatal e requer tratamento urgente.


Abcesso pulmonar – Sintomas

O quadro clínico é variável, dependendo dos antecedentes do doente, da gravidade e extensão da patologia e do microrganismo implicado. Os pacientes com abcessos pulmonares por agentes bacterianos anaeróbios apresentam sintomas discretos que podem evoluir durante semanas ou meses, tendo habitualmente doença gengival associada. Estes sinais podem assemelhar-se aos da tuberculose pulmonar. Os principais indícios são febre ao final do dia, com temperatura axilar de 37° – 37,5°C, suores noturnos, tosse inicialmente seca e depois produtiva, dificuldade respiratória, dor torácica, perda de apetite e emagrecimento. A expetoração tem habitualmente cheiro fétido e causa um paladar desagradável. Podem surgir sangue na expetoração e pleurisia, em caso de rotura do abcesso para os brônquios ou para a cavidade pleural. A avaliação médica e a auscultação fornecem elementos importantes que permitem um melhor esclarecimento do quadro clínico.

As complicações resultam da rotura para o espaço pleural provocando empiema, fibrose pulmonar, pulmão encarcerado, insuficiência respiratória, fístula bronco-pleural ou cutâneo-pleural e disseminação da infeção pela corrente sanguínea. Nos doentes com empiema associado ao abcesso pulmonar, a sua drenagem com tratamento antibiótico prolongado é com frequência essencial.


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