Síndrome – O que é

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Normalmente têm sempre o nome dos autores que as descreveram.

Define-se por um conjunto de sinais, sintomas, lesões, modificações funcionais ou bioquímicas, que formam uma entidade identificável devido à sua associação constante, a uma causa sempre igual ou ainda porque traduzem a afecção de um órgão ou de um sistema bem definidos.


Dúvidas relacionadas


Atrofia cerebral se agrava com o tempo?

Sim, atrofia cerebral piora com o tempo, embora esse agravamento possa ser mais controlado atualmente através de medicamentos e mudança dos hábitos de vida.


Fraturas – O que é

Sempre que um osso é sujeito a uma força que excede a sua capacidade de adaptação, o osso parte, ou seja, sofremos uma fratura.

Dependendo do mecanismo e intensidade da lesão a fratura pode ser completa ou incompleta, orientada em diferentes direções, ou resultar em múltiplos fragmentos (fratura cominutiva). Em alguns casos ocorre uma lesão concomitante da pele, ficando o osso em contacto direto com o exterior (fratura exposta), com risco acrescido de complicações, nomeadamente infeção.

Na maior parte das vezes a fratura resulta de um traumatismo considerável, mas em caso de osteoporose ou tumores (fratura patológica) podem ocorrer com traumatismos de baixa intensidade.

Pequenos traumatismos repetitivos podem também levar ao desenvolvimento de um tipo particular de fratura, a fratura de stress.


Bolinhas vermelhas na virilha: o que pode ser?

Bolinhas vermelhas na virilha podem ser pelos encravados, quase sempre provocados pela depilação. Isso porque a depilação provoca uma irritação na pele, deixando-a mais grossa, o que dificulta a saída normal dos pelos.


Reconstrução mamária – Objetivos

Com a Reconstrução Mamária pretende-se reconstruir uma mama que se aproxime das expetativas da doente, quer do ponto de vista psicológico, quer estético atendendo a vários parâmetros, nomeadamente, no que diz respeito à simetria (volume e forma) com a mama oposta, projeção, ptose e nível do sulco infra-mamário.

 Os critérios prioritários que decorrem do entendimento da doença como uma solução de continuidade de um estado de equilíbrio não só psicológico como sócio-psico-emocional fazem que o único critério aceitável de exclusão de um paciente do programa de reconstrução mamária seja a recusa após esclarecimento adequado ou situação em que o próprio ato reconstrutivo aumente sensivelmente o risco da paciente.

 Deste quadro devem excluir-se receios de que a reconstrução possa camuflar a recidiva, à luz das atuais técnicas imagiológicas da informação, que todos os clínicos devem de ter sobre estes procedimentos e suas repercussões semiológicas.

De mesma forma deve afirmar-se que a reconstrução não prejudica nem invalida a indicação de qualquer dos métodos terapêuticos oncológicos ancilares subsequentes à sua realização.

A cirurgia reconstrutiva é uma decisão pessoal pois só a mulher mastectomizada ou na iminência de o ser poderá avaliar o significado dessa cirurgia.

 No entanto, se olharmos não apenas ao aspeto estético, mas sobretudo à ajuda do reequilíbrio e reencontro psicológico da mulher num “ todo”, verificamos que o resultado é frequentemente positivo e que na quase totalidade dos casos vale a pena este esforço suplementar.


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Clinica Ortopedica E Radiologica Ltda – Guanhaes – MG



Paula Nairle Gomes De Vasconcelos – Belem – PA