Suspeita de infarto: o que fazer?

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Em caso de suspeita de infarto, a primeira coisa a fazer é dirigir-se ao hospital mais próximo ou chamar uma ambulância através do número 192, com urgência. Enquanto aguarda pelo socorro, é importante:


Dúvidas relacionadas


Leucemia – O que é

A Leucemia é um cancro das células mais primitivas da medula óssea – as células estaminais – que são as células que dão origem às células do sangue. A medula óssea é o órgão onde se formam as células do sangue, as células maduras formam-se a partir das células estaminais, que são mais primitivas.

Existem vários tipos de leucemia, sendo a mais comum a leucemia linfática crónica.

Os linfócitos são as principais células do sistema imunitário. Os linfócitos são glóbulos brancos que são formados da medula óssea. Os linfócitos B constituem um dos tipos de glóbulos brancos, e são as células de origem da leucemia linfática crónica.

A leucemia linfática crónica é uma doença em que se acumulam muitos linfócitos anormais. Estes linfócitos não se multiplicam mais depressa mas sobrevivem mais, ao contrário do que acontece nas leucemias agudas. Estes linfócitos parecem normais ao microscópio mas funcionam mal. É uma doença que se desenvolve muito lentamente (durante meses a anos mesmo sem tratamento) e os sintomas como a anemia, hemorragias ou infeções podem demorar anos a aparecer.

Os sintomas manifestam-se quando o número de linfócitos doentes se torna muito alto, impedindo a medula de fabricar as outras células saudáveis para a funções normais do sangue. A terapêutica para este tipo de leucemia tem como objetivo baixar o número de glóbulos brancos. Na leucemia as células doentes que são fabricadas na medula vão transbordar para o sangue e vamos encontrá-las em circulação. Há vários tipos de leucemia, sendo que a sua maioria desenvolve-se a partir das células que vão dar origem a glóbulos brancos.

Neste site abordamos exclusivamente a leucemia linfática crónica.

 

O orgão

A medula óssea é o tecido mole e esponjoso que está no interior dos ossos. Os ossos grandes e chatos, como os ossos da bacia e o esterno, contêm a maior parte da medula.

A medula óssea é responsável pela produção de diferentes tipos de células do sangue:

glóbulos brancos – as células responsáveis por combater as infecções;
 
glóbulos vermelhos – as células que transportam oxigénio para os tecidos, através de todo o organismo;
 
plaquetas – as células que ajudam a controlar as hemorragias, através da formação de coágulos sanguíneos.

Para formar células do sangue continuamente é necessária uma medula óssea saudável e nutrientes da dieta como ferro e algumas vitaminas.

Na sua fase imatura ou primordial, as células da medula incluem células estaminais ou células mãe. A maioria das células do sangue maturam na medula óssea, seguindo posteriormente para os vasos sanguíneos.

A partir de uma célula estaminal pluripotente desenvolvem-se duas linhagens de células: a linfóide e a mielóide. A linhagem mielóide dá origem às células normais abaixo desenhadas, e quando doente dá origem às leucémias mielóides.

A linhagem linfóide dá fundamentalmente origem aos linfócitos e plasmócitos, e quando doente dá origem a leucémias linfóides e a linfomas.


Varizes – O que é

Para prevenir a doença venosa, é fundamental começar por eliminar os factores de risco, ou pelo menos minimizá-los.

A Doença Venosa Crónica (DVC) atinge 3 milhões de portugueses, dos quais 2 milhões são mulheres e apenas metade recebe algum tipo de tratamento. Trata-se de uma prevalência bastante elevada e que merece uma reflexão mais cuidada, tendo em conta que é possível prevenir. Veja como.


Vitiligo – Doenças e Tratamentos

É uma doença caracterizada por lesões cutâneas de hiperpigmentação, ou seja, manchas brancas na pele com uma distribuição característica. O vitiligo é uma doença de causa desconhecida, mas existe uma história familiar da doença em 30 por cento dos doentes.


Dependência de substâncias – Sintomas

Muitas iniciam-se de uma forma meramente casual, num determinado contexto social. Esse consumo vai-se tornando mais habitual até adquirir as características de uma dependência, requerendo quantidades cada vez maiores e com uma utilização cada vez mais frequente.

Ao longo do tempo, essa substância torna-se essencial para que a pessoa se sinta bem e capaz de ser funcional no seu dia-a-dia. Sendo que a ausência gera desconforto físico e emocional (abstinência).

As manifestações típicas passam pela sensação de necessidade de um consumo cada vez mais regular, pela incapacidade de o interromper, pela indispensabilidade de manter sempre uma reserva da substância, pelo gasto excessivo de dinheiro, muitas vezes acima das possibilidades, pela impressão de que o seu uso é essencial para se conseguir ultrapassar os problemas diários, pela realização de atividades arriscadas sob influência desse elemento e pelo crescente gasto de tempo e energia na sua obtenção e utilização.

Por vezes, é difícil distinguir a dependência de substâncias das alterações de comportamento frequentes na adolescência. Num adolescente, deve-se suspeitar deste problema se ocorrerem problemas na escola (faltas, desinteresse, mau desempenho), ausência de energia ou de motivação, aspeto pouco cuidado, alterações no comportamento ou gasto excessivo de dinheiro.


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