Toxoplasmose – Doenças e Tratamentos

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A toxoplasmose é uma infecção causada pelo toxoplasma gondii, um parasita unicelular. A reprodução sexual do parasita só tem lugar nas células que revestem o intestino dos gatos. Os ovos (oocistos) encontram-se nas fezes dos gatos.


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5 dúvidas sobre o hímen complacente

O hímen complacente se caracteriza por ser bastante elástico. Por este motivo, ele pode não se romper na primeira relação com a penetração vaginal e retornar à sua forma normal.


Abasia – O que é

A abasia é uma incapacidade de locomoção de origem nervosa, devida à falta de coordenação motora.

A abasia pode apresentar-se em diferentes formas. São elas:
– Abasia coreica: forma de abasia em que a descoordenação é devida a coreia (dança);
– Abasia espástica: abasia devida a rigidez espástica das pernas;
– Abasia tática: abasia caracterizada por incerteza de movimentos;
– Abasia trémula: abasia devida a tremor das pernas.


Braquiterapia prostática – Público alvo

A seleção de doentes para este tratamento baseia-se em alguns fatores. De forma sucinta, considera-se indicação principal, a doença localizada e alguma doença localmente avançada. 

 

Existem doentes universalmente aceites como “ideais” . No entanto, como as vantagens desta técnica são apreciáveis, é possível (e frequente) tratar doentes que não possuem todas as características. Há, assim, critérios mais abrangentes, menos restritivos, que podem ser considerados como uma indicação relativa, mas cujos resultados são igualmente muito bons. Diferentes autores preconizam diferentes critérios.

 

Nos doentes de alto risco de progressão da doença, pode estar indicado tratamento combinado com radioterapia externa e bloqueio hormonal androgénico. Sendo uma das terapêuticas possíveis – e atualmente mais utilizadas – para o tratamento do cancro da próstata localizado, apresenta as mesmas indicações que as restantes terapêuticas para o mesmo estádio da doença.


Síndrome das pernas inquietas – O que é

É uma doença crónica e progressiva com impacto importante na sua qualidade de vida dos doentes. Nem sempre é bem definida pelos pacientes que a podem referir como uma sensação de desconforto nas pernas, não dolorosa, acompanhada de uma irresistível vontade de as mexer. Em alguns casos, as queixas atingem também os braços.

Existem dois tipos de síndrome de pernas inquietas. O mais comum é o primário, sem causa identificável e, provavelmente, com um componente genético. Este tende a ser crónico. Com o passar do tempo os sintomas pioram e ocorrem mais frequentemente. Nos casos mais ligeiros, pode haver grandes períodos de tempo assintomáticos. O tipo secundário é causado por outra doença ou condição médica e por alguns medicamentos. Os sintomas geralmente desaparecem quando o paciente recupera da enfermidade de base ou quando interrompe a medicação que causou a síndrome de pernas inquietas.

A prevalência desta síndrome não é bem conhecida, com estudos sugerindo valores entre 0,1% e 15,3%. Esta incidência tende a aumentar com a idade. A gravidade das queixas e a velocidade da sua progressão parecem ser maiores quando a doença se manifesta pela primeira vez mais tarde. 

Ela é mais frequente no género feminino e mais comum em mulheres grávidas, sobretudo nos últimos três meses de gestação, geralmente melhorando ou desaparecendo algumas semanas após o parto. Nalguns casos, os sintomas podem persistir.


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Henrique Simoes De Almeida Copacabana – Rio De Janeiro – RJ



Joao Paulo Machado Lemos – Belo Horizonte – MG