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Roberta Veneziani Zogaib – Santos – SP



Marcello Lopes Da Silva – Santos – SP



Fernando Augusto Garcia Guimaraes – Santos – SP



Trimed Assistencia Medica Ltda – Santos – SP



Camilla Regina Galvao Bengtson – Santos – SP



Fique Sabendo?


O que fazer em caso de indigestão na gravidez?

Em caso de indigestão na gravidez, a primeira coisa a fazer é comunicar o problema ao/a médico/a responsável pelo acompanhamento pré-natal, que irá avaliar a necessidade de prescrever remédios para aliviar o desconforto. A indigestão na gravidez ocorre porque a digestão fica mais lenta. Por isso, é importante que a gestante tenha alguns cuidados com a alimentação para amenizar e evitar a má digestão, tais como:


Válvula Pulmonar – O que é

É a válvula posicionada na saída do fluxo sanguíneo do ventrículo direito para o tronco da artéria pulmonar.

Os seus folhetos fecham-se no final da contração ventricular, evitando que o sangue que atingiu a AP retorne para o ventrículo direito. O diâmetro desta válvula é menor do que a válvula tricúspide.


Prevenção e combate à hipertensão arterial

Prevenir e controlar a pressão são as formas mais eficazes de evitar graves consequências como infartos, derrames e insuficiência renal terminal.


Gota – O que é

É uma doença causada por uma resposta inflamatória a cristais de monourato de sódio, que ocorre em pessoas com níveis elevados de ácido úrico. Existem formas agudas e crónicas. As formas agudas surgem como crises súbitas e autolimitadas de artrite (tumefacção, rubor, dor e calor de uma articulação). Enquanto as formas crónicas resultam na deposição de agregados de cristais dentro e em torno das articulações, com progressiva destruição articular.

Para além das destas manifestações, a gota apresenta sintomas renais (cálculos e insuficiência renal) e metabólicas (hipertensão arterial, elevação dos triglicéridos).

Os doentes são frequentemente obesos, com elevados consumos de álcool e com resistência à insulina. É uma enfermidade muito dolorosa e incapacitante. É mais frequente no género masculino e tem início habitualmente entre os 40 e os 60 anos, podendo estar associada a um histórico familiar. No género feminino a incidência da gota é maior na meia-idade, sobretudo em mulheres a fazer tratamento com diuréticos e/ou com ingestão excessiva de álcool. Em ambos os sexos, a obesidade, a hipertensão arterial, a hipertrigliceridémia e a insuficiência renal aumentam o risco de aparecimento desta patologia. Raramente afeta as crianças. O aparecimento desta doença nos jovens está muitas vezes associada a alterações genéticas.

A prevalência atual da gota é de cerca de 14 casos por mil nos homens e de seis por mil nas mulheres. Em Portugal estima-se uma prevalência de 1,6%.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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