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Henrique Tommasi Netto Analises Clinicas Ltda – Vila Velha – ES



Fique Sabendo?


Litíase renal (pedras nos rins) – Sintomas

A maioria não causa sintomas até ao momento em que o cálculo se desloca para as vias urinárias. Nesse ponto, a dor é muito intensa e incapacitante. Como regra, inicia-se no flanco e irradia em direção à virilha, variando em função da sua localização. A dor da cólica renal gera uma grande agitação e não tem nenhuma posição de alívio. Pode acompanhar-se de náuseas e vómitos.

Uma vez que o cálculo pode ferir as paredes do uretero à medida que desce, é normal a ocorrência de alguma perda de sangue na urina.

A cólica renal associa-se ainda a uma urgência urinária e a um desconforto na região da bexiga, ambos causados pela passagem do cálculo para a bexiga. Estes sintomas são idênticos aos encontrados na infeção urinária. Mais raramente, pode ocorrer febre, sobretudo se ocorrer obstrução com paragem de progressão do cálculo.

A infeção generalizada, embora rara, pode acontecer, pelo que um adequado acompanhamento destes casos é essencial. Vale também a pena referir que a dor no flanco típica da cólica renal pode ocorre noutras doenças, pelo que a avaliação médica é importante para excluir outras patologias.


Faringite – O que é

É uma inflamação da garganta, provocada mais frequentemente por vírus mas também por bactérias. A faringite pode surgir associada à constipação, à gripe ou à mononucleose, ou no contexto de infeção estreptocócica, a algumas doenças de transmissão sexual, como a gonorreia.

Corresponde a um dos principais motivos de consulta em Clínica Geral. Embora na maioria das vezes a sua origem seja uma infeção, apenas cerca de 20% dos casos justificam tratamento com antibiótico, como sucede nas faringites estreptocócicas.


Artroscopia do Joelho e Tornozelo – Indicações

Diagnóstica: Atualmente raramente realizada somente com este intuito, excepto em casos de diagnóstico inconclusivo pela clínica e exames complementares perante a persistência das queixas. Neste contexto o tratamento cirúrgico será realizado no mesmo tempo operatório, em função da patologia detetada intra-operatoriamente.


Qual o tratamento no caso de cisto sebáceo?

O tratamento no caso de cisto sebáceo é cirúrgico e consiste na remoção do cisto e da sua cápsula, sendo a pele suturada a seguir. Se a cápsula ou um fragmento dela permanecer, o cisto sebáceo poderá voltar, daí o tratamento através da remoção cirúrgica do cisto e da sua cápsula ser o mais indicado.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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