Lucia Helena Boaventura – Nova Iguacu – RJ

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Lucia Helena Boaventura - Nova Iguacu - RJ

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Austin – Nova Iguacu – RJ

Endereço: Avenida Felipe Salomao, 151 Loja B – Austin – Nova Iguacu – RJ
Cep: 26250100

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 5131278

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Lucia Helena Boaventura: 2763-2607

Encontre Consultórios e Clínicas em Austin – Nova Iguacu – RJ

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Consultórios e Clínicas – Cirurgião Plástico em  Austin - Nova Iguacu - RJ 

Frourpeds Servicos Medicos Pediatrico Ltda – Nova Iguacu – RJ



Mauro Araujo Ozorio – Nova Iguacu – RJ



Jose Sebastiao Dias Brites – Nova Iguacu – RJ



Fique Sabendo?


Chá preto – O que é

O chá preto é o mais forte e o mais cafeinado de todos os chás que são produzidos a partir da planta “Camellia sinensis”.

Oriundo do Oriente, o mais consumido no Ocidente provém normalmente da Índia. As suas folhas quando de qualidade inferior são transformadas em pequenos elementos, colocados depois em saquetas. As folhas com maior qualidade são utilizadas inteiras.


Torpor – Doenças e Tratamentos

Torpor refere-se a um estado de entorpecimento de uma parte do corpo. No entanto, utiliza-se também aquando do estado em que se regista sonolência, indolência, enfraquecimento, pouca ação e indiferença, havendo apenas reação aos estímulos que, por exemplo, sejam mais dolorosos.


Pectus Excavatum – O que é

O Pectus Excavatum (PE), também conhecido por “peito escavado”, é a deformidade torácica mais comum (1: 500), caracterizada por uma depressão na parede anterior do tórax, provocado pelo crescimento exagerado das cartilagens das costelas, que pode ser simétrica ou assimétrica (mais marcado de um lado do que do outro), pode ser ligeiro ou profundo.

Tem um carácter familiar, em que 37% dos indivíduos com PE têm um membro da família, do primeiro grau, com a deformação. É mais frequente no sexo masculino que no feminino (3:1) e corresponde a 90% de todas os defeitos congénitos da parede torácica.

Este afundamento pode estar presente no nascimento ou não se desenvolver até ao início da puberdade. Pode ser imperceptível ou mesmo muito ligeiro na infância, mas com o crescimento da criança, no período da adolescência, começa a verifica-se um afundamento mais acentuado do esterno, o que leva o Pectus Excavatum (PE) ser mais visível.  

Muitas vezes os doentes estão assintomáticos, mas podem referir sintomas cardiovasculares, intolerância ao esforço, escoliose toraco-lombar ou, mais frequentemente, efeitos psicológicos. Em geral, estas pessoas têm uma capacidade pulmonar ligeiramente abaixo da média, mas com valores dentro do intervalo normal, não produzindo qualquer impacto sobre a sua função cardio respiratória, durante a sua atividade diária.

Esta situação provoca sobretudo a partir da adolescência, um desejo de esconder o defeito, condicionando de forma muito negativa o comportamento destes jovens, que se sentem diminuídos fisicamente evitando ao máximo mostrar o peito, refletindo-se sobretudo na praia onde andam sempre de t-shirt e “inventam” pretextos para não irem ao banho.

É uma deformidade que se pode manifestar nos primeiros anos de vida, mas que na maior parte dos casos aparece ou acentua-se muito, durante a adolescência, com o crescimento rápido


Febre nas crianças – Sintomas

Se a febre é o único sintoma de doença, não se justifica a consulta médica imediata, com excepção do lactente com menos de 3 meses. O médico aconselha os pais a esperar por outros sinais de doença que permitam o diagnóstico, o que, geralmente ocorre em 3 dias. Mas, além da febre, podem existir sinais de alarme, como a criança estar “murcha”, não brincar quando a febre baixa, ter falta de ar, manchas na pele, alterações de comportamento ou da consciência, convulsões, vómitos persistentes ou dores de cabeça intensas. Nestes casos os pais devem contactar o médico assim que detetem estes sinais.


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