Luiza De Oliveira Breder – Rio De Janeiro – RJ

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Luiza De Oliveira Breder - Rio De Janeiro - RJ

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Barra Da Tijuca – Rio De Janeiro – RJ

Endereço: Avenida Afonso Arinos De Melo Franco, 222 Blc 1 Sala 206 – Barra Da Tijuca – Rio De Janeiro – RJ
Cep: 22631455

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 7809646

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Luiza De Oliveira Breder: 34904243

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Clinica Dermatologica Gisele D M Torok Ltda – Rio De Janeiro – RJ



Fique Sabendo?


Quem tem varizes pode viajar de avião?

Quem tem varizes pode viajar de avião, porém deve seguir algumas medidas para melhorar a circulação sanguínea das pernas e dos pés durante o voo. Quem tem varizes mais grossas (calibrosas) deve evitar ficar muito tempo em pé, sentado ou parado porque essas situações fazem com que o sangue não circule adequadamente nas pernas e pés, provocando o surgimento de inchaços (edemas), aumentando a possibilidade de formação de coágulo dentro dos vasos sanguíneos (trombo) e o seu deslocamento, o que pode causar uma embolia pulmonar.


Cervicalgia – O que é

A coluna cervical é formada por sete vértebras, que se estendem do tórax até à base do crânio, e que estão separadas por discos intervertebrais cuja função primordial é distribuir o peso e permitir o movimento. Por esta razão os discos têm um papel em toda a coluna de amortecedores.

O pescoço apresenta grande mobilidade e suporta o peso da cabeça. Estando menos protegido do que o resto da coluna, o pescoço é vulnerável a diversos tipos de lesões que causam dor e limitação de movimentos. Na maioria dos casos, as dores cervicais são temporárias. Contudo, em alguns casos impõe-se um tratamento médico.

Com o envelhecimento e com o passar dos anos estes discos têm tendência a “gastar-se” e através de um processo degenerativo diminuem de altura tornando-se mais estreitos contribuindo assim para que a mobilidade da coluna cervical diminua e para que a compressão dos foramina (orifícios onde as raízes saem da coluna). No entanto a literatura mostra que cerca de 25% das pessoas com menos de 40 anos e cerca de 60% das pessoas com mais de 40 anos apresentam diversos graus de alterações degenerativas da coluna sem no entanto terem uma sintomatologia típica.

Quando estes discos com alterações degenerativas se rasgam, encontramos as situações de hérnia discal cervical com sintomatologia mais ou menos aguda,  embora nalguns casos a clínica é muito de doença degenerativa difusa.

Embora esta doença degenerativa discal esteja muitas vezes associada à idade, o certo é que o estilo de vida pode também ter um papel relevante no desenvolvimento e progressão destas alterações, condicionadas muitas vezes por um substrato genético propício.

Por esta razão é tão relevante o exercício físico regular e adequado, a correção das posturas viciosas de trabalho bem como a dieta equilibrada e a abstenção do tabaco.


Foliculite – Sintomas

A foliculite pode ser:

Superficial: Afeta apenas a parte superior do folículo piloso e manifesta-se sob a forma de pequenas espinhas vermelhas, com ou sem pus; a pele pode ficar avermelhada e inflamada, com prurido e sensibilidade na região;
Profunda: Quando a inflamação atinge áreas mais profundas, pode haver a formação de furúnculos, com grandes áreas avermelhadas, sensíveis e doridas, além de formação de lesões elevadas com pus amarelado no centro. Pode também ocorrer prurido e dor intensa. Nestes casos, a probabilidade de formação de cicatrizes é maior com destruição do folículo piloso.


O que pode causar paralisia facial?

Existem várias doenças e condições que podem causar paralisia facial periférica, embora na grande maioria dos casos ela não tenha uma causa aparente (Paralisia de Bell). Os traumatismos no nervo facial são a segunda causa mais comum de paralisia facial, ficando somente atrás da paralisia de Bell, considerada idiopática (causa desconhecida).


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