Marcos Masayuki Ishi – Aracaju – SE
Marcos Masayuki Ishi - Aracaju - SE
Consultas Popular em Sao Jose – Aracaju – SE
Endereço: Av Goncalo Prado Rollemberg, 460 – Sao Jose – Aracaju – SE
Cep: 49010410
Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 3164837
Atividade base Reabilitação
Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.
Telefone Marcos Masayuki Ishi:
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Consultórios e Clínicas – Acupunturista em São Jose - Aracaju - SE
Pablo Neruda De Carvalho Rocha – Aracaju – SE
Fique Sabendo?
Pontada no olho. O que pode ser e o que fazer?
LDL (Low Density Lipoprotein – lipoproteínas de baixa densidade) – O que é
Estas lipoproteínas são responsáveis pelo transporte dos lípidos na circulação sanguínea, nomeadamente pelo encaminhamento do colesterol do fígado para as células. Ou seja, quando as LDL existem em quantidades excessivas tendem a acumular-se nas paredes das artérias do coração e cérebro e, em conjunto com outras substâncias, a formar uma placa, podendo obstruir estes vasos sanguíneos (formam a aterosclerose).
Aneurisma da aorta abdominal – O que é
O aneurisma da aorta abdominal (AAA) infrarrenal é uma doença relativamente frequente, denominando-se como tal sempre que a dilatação for superior a três centímetros.
Resulta de uma fraqueza estrutural da parede arterial, nomeadamente da túnica média, sendo a sua causa mais frequente a aterosclerose. Nestas situações tem em regra uma distribuição focal, com localizações preferenciais na aorta abdominal infrarrenal e nas artérias poplítea e subclávia.
É mais frequente a partir dos 65 anos, mais comum no sexo masculino e a sua prevalência é maior em pacientes com doença coronária ou arterial oclusiva periférica e em portadores de aneurismas periféricos.
Se a prevalência na população portuguesa for semelhante à de outros países europeus, poder-se-á admitir que pode haver cerca de 500 novos casos por ano, com tendência a aumentar, consequência do progressivo envelhecimento da população.
A sua importância clínica deriva essencialmente da irreversibilidade da dilatação arterial e do seu carácter progressivo, a qual pode conduzir à rutura, situação fatal se não tratada cirurgicamente, e associada a elevada mortalidade – 80% nas melhores séries publicadas, o que contrasta com um risco cirúrgico mínimo (menor que 4%) – quando é tratado de forma programada.
Exame positivo e no Ultrassom nada, estou grávida?
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