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Fique Sabendo?
Síndrome de Rett: Quais são as causas e os sintomas?
A Síndrome de Rett é uma doença genética que provoca uma desordem no desenvolvimento neurológico. Está relacionada a mutações em um gene específico do cromossomo X e ocorre praticamente apenas em meninas.
Diabetes ocular – O que é
A diabetes ocular é um grupo de problemas oculares que acontece em pessoas com Diabetes Mellitus. Este grupo de doenças pode, em última fase, causar perda visual significativa ou mesmo nos casos mais graves levar a cegueira.
A forma mais comum de apresentação é a retinopatia diabética (RD), mas esta doença pode estar associada a outras alterações, como catarata ou glaucoma.
O que é a retinopatia diabética?
A retina é um tecido localizado no interior e na parte posterior do olho e é necessária para uma boa visão. Qualquer doença que atinja a retina é designada retinoptia.
A RD é a principal causa de cegueira e dá mais frequentemente alterações dos vasos sanguíneos, em diferentes estadios e de forma muito semelhante nos 2 olhos. Inicia-se com distúrbios visuais que agravam com o tempo e levam a perda da visão.
Quais são os estadios da Retinopatia Diabética?
A RD tem 4 estadios: ligeira, moderada, grave e proliferativa.
As RD ligeira, moderada e grave manifestam-se por alterações oclusivas nos vasos sanguíneos cada vez mais graves e com fluxo sanguíneo retiniano cada vez mais diminuído.
No último estadio – RD proliferativa – a retina desenvolve novos vasos sanguíneos (neovascularização) de forma a compensar a oclusão e a redução do fluxo de sangue. Porém, esta neovascularização não tem uma estrutura normal, tem maior fragilidade e é responsável pelas complicações.
Insuficiência adrenal é grave? Quais as causas?
A insuficiência adrenal pode ser grave e fatal em alguns casos, sobretudo quando o diagnóstico é tardio.
Mioma – O que é
Um mioma uterino (também designado por fibroide, leiomioma ou fibromioma) é um tumor benigno que cresce no tecido do útero, sendo muito raro malignizar. Pode estar isolado ou surgirem diversos de pequenas dimensões, ocorrendo em cerca de 20% a 50% das mulheres em idade fértil.
Conforme a localização, os miomas podem ser intramurais, subserosos ou submucosos. Os primeiros, que crescem na parede do útero, são os mais comuns. Os segundos localizam-se no endométrio, e tendem a provocar mais perdas de sangue. Os terceiros crescem na parede exterior do útero.
Em muitos casos, o mioma pode passar despercebido sem manifestações. Em cerca de 30% das mulheres causam sintomas, como hemorragias uterinas anormais, menstruações muito abundantes e prolongadas, podendo originar anemia. O risco de os desenvolver aumentar com a idade, história familiar, hábitos alimentares e com a obesidade.
Em Portugal, os miomas uterinos afetam entre 30% a 60% da população feminina em geral. Nas mulheres em idade reprodutiva a incidência situa-se entre 20% a 40%. Mas estima-se que cerca de dois milhões apresentem esta condição.
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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Grande parte da população do estado é composta por descendentes de colonizadores europeus e índios nativos.