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Charles Henrique Carvalho Da Costa – Aracaju – SE



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Fique Sabendo?


Como aliviar a prisão de ventre no bebê?

Para aliviar a prisão de ventre em bebês que já iniciaram a introdução alimentar, recomenda-se aumentar a quantidade de fibras na alimentação da criança, dando mais sucos de frutas naturais (maçã, pera, ameixa) e alimentos como batata doce, feijão, ervilha, brócolis, espinafre, arroz, ameixa, pera, pêssego, damasco.


AVC – Acidente vascular cerebral – O que é

O acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em Portugal. Em todo o mundo, estima-se que: uma em cada seis pessoas terá um AVC; a cada segundo uma sofre esta enfermidade; e a cada seis segundos esta doença é responsável pela morte de alguém. 

Por ano, 15 milhões sofrem um AVC e, desses, seis milhões não sobrevivem. De acordo com a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral, Portugal é, na Europa Ocidental, o país com a mais elevada taxa de mortalidade, sobretudo na população com menos de 65 anos.

O AVC resulta da lesão das células cerebrais, que morrem ou deixam de funcionar normalmente, pela ausência de oxigénio e de nutrientes na sequência de um bloqueio do fluxo de sangue (AVC isquémico) ou porque são inundadas pelo sangue a partir de uma artéria que se rompe (AVC hemorrágico). Os isquémicos correspondem a cerca de 4/5 do total. As células do cérebro morrem pouco tempo depois da ocorrência desta lesão. Contudo, pode durar algumas horas se o fluxo de sangue não estiver completamente interrompido. Por essa razão, é fundamental agir rapidamente de modo a minimizar as lesões cerebrais.

Existe também uma outra forma de duração mais reduzida, inferior a 24 horas, que se designa por acidente isquémico transitório (AIT). Nestes casos, o entupimento da artéria cerebral é momentâneo e os sintomas podem durar alguns minutos ou horas. É importante reforçar que, mesmo nos casos transitórios, é fundamental recorrer ao hospital, uma vez que um AIT pode ser o primeiro sinal de um AVC com consequências devastadoras. De facto, uma em cada cinco pessoas que apresenta um AIT irá sofrer um AVC extenso nos próximos três meses. Nunca se deve ignorar um AIT. É ainda comum designar-se o AVC como “trombose”.


Afasia – Sintomas

Algumas pessoas têm dificuldade em falar, enquanto outras têm dificuldade em seguir uma conversa. Nalguns casos, é muito ligeira e não é percetível num primeiro contacto. Noutros, pode ser muito severa afetando a fala, a escrita, a leitura e a compreensão. Os sintomas específicos são muito variados, mas o que todos os indivíduos com afasia têm em comum são as dificuldades de comunicação.

Quem tem esta perturbação pode ter dificuldade em recordar palavras e nomes, mas a sua inteligência está basicamente intacta. A afasia não é como a doença de Alzheimer porque, neste caso a dificuldade está na capacidade em aceder às ideias e pensamentos e não na elaboração da ideia ou do pensamento em si. Contudo, como muitas pessoas com afasia têm dificuldade em comunicar, elas são frequentemente confundidas com doentes mentais.

Muitos indivíduos com este transtorno também apresentam paralisia ou fraqueza dos membros superior e inferior direitos porque a afasia resulta de uma lesão no lado esquerdo do cérebro, o qual controla os movimentos do lado direito do corpo. Pode ainda ocorrer perda de campo visual, desconhecimento de como realizar sequências de ações simples (como vestir-se, comer, beber ou deglutir), problemas de memória, dificuldade no controlo de emoções e epilepsia.


Doença arterial periférica – O que é

Caracteriza-se por ser uma doença de natureza obstrutiva do lúmen arterial, resultando num défice de fluxo sanguíneo aos tecidos, cuja principal consequência é a presença de sinais e sintomas característicos de isquemia.

A componente obstrutiva da doença está em cerca de 90% dos casos associada à aterosclerose. Afeta cerca de 3% a 10% das pessoas, aumentando para 15% a 20% em adultos com mais de 70 anos.

A doença cardiovascular é uma das principais causas de mortalidade e morbilidade na população portuguesa, pelo que o seu diagnóstico e tratamento precoces, bem como a sua prevenção, são essenciais.

Esta enfermidade constitui um importante marcador da presença de um risco elevado de mortalidade cardiovascular. É idêntica à doença coronária, distinguindo-se apenas pelas artérias e territórios atingidos.

Os fatores de risco mais frequentes são:

Ausência da prática regular de exercício físico
Hipertensão
Hipercolesterolémia
História familiar de angina de peito
Enfarte do miocárdio
Acidente vascular cerebral
Aneurisma da aorta abdominal

Estima-se que as pessoas por ela afetadas apresentem um risco quatro a cinco vezes superior de virem a sofrer um enfarte do miocárdio ou um acidente vascular cerebral. Por outro lado, se não for devidamente tratada pode evoluir para gangrena, com necessidade de amputação de um membro.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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