Consultórios e Clínicas em São Gerardo - Fortaleza - CE
Claudecir Da Rocha Braga – Fortaleza – CE
Francisco Hidelbrando Alves Mota – Fortaleza – CE
Leila Maria Ferreira Noronha – Fortaleza – CE
Rosangela Maria De Sampaio – Fortaleza – CE
Fique Sabendo?
Botulismo – Transmissão
A bactéria existe no solo e em meios aquáticos, resistindo a temperaturas elevadas (superior a 100ºC). O tipo de botulismo mais frequente é o alimentar, causado por ingestão de alimentos contaminados com a toxina, sobretudo conservas de fabrico caseiro e produtos de fumeiro (como, por exemplo, alheira, presunto, salsichas).
O botulismo infantil, um tipo de botulismo ainda mais raro, ocorre nos primeiros dois anos de vida em bebés que ingerem alimentos contaminados, germinando os esporos no intestino e libertando a toxina. O alimento que mais se associa a esta intoxicação é o mel.
Enxofre – Alimentação
Esse nutriente pertence ao grupo dos minerais e é responsável por melhorar a saúde dos ossos, dentes, unhas e músculos. Pode ser encontrado em alimentos como carnes vermelhas, alho, ovos, cebola, repolho, brócolis e feijão.
Dispneia – O que é
Conhecida vulgarmente por falta de ar, a dispneia é a sensação de que não se está a receber ar suficiente nos pulmões.
Este problema de saúde pode resultar de um esforço mais intenso, ser causado por se estar num local de elevada altitude ou pode ser um sintoma de infeção e doença pulmonar ou cardíaca.
Lesões dos Tendões Extensores – O que é
Os tendões extensores localizados na face dorsal da mão, e ligados a músculos no antebraço, permitem-nos esticar os dedos. Conforme se estendem à parte distal dos dedos vão se tornando mais finos e recebem ao nível da mão pequenos tendões da musculatura intrínseca da mão.
Lesões comuns dos tendões extensores
Cortes no dorso da mão ou dedos que afetem os tendões extensores causam normalmente déficit de extensão do dedo afetado nas articulações distalmente ao corte. São normalmente tratadas com sutura do tendão e imobilização com tala por períodos longos (4 a 7 semanas). Muitas vezes o uso de talas dinâmicas e fisioterapia são necessários após o retirar da imobilização.
O dedo em martelo refere-se com a queda da última falange na articulação distal do dedo associada a ferida, arrancamento ósseo ou estiramento do tendão mas o resultado é sempre o mesmo: ponta do dedo que não se consegue esticar. Rotura fechada, associada ou não a fratura da falange levam a imobilização prolongada com tala, corte do tendão necessita de reparação cirúrgica seguida de igual período de imobilização (7 a 8 semanas).
Deformação em botoeira refere-se a deformação em flexão ao nível da interfalângica proximal (nos casos graves e prolongados associada a hiperextensão ao nível da interfalângica distal) associada a corte ou rotura na inserção do tendão extensor na base da 2ª falange. Sutura do tendão, reinserção na base da falange e imobilização por período de 5 ou 6 semanas são os tratamentos recomendados. O não tratamento deste tipo de lesão leva muitas vezes a rigidez fixa em flexão.
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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