Seda Ltda – Araxa – MG

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Seda Ltda - Araxa - MG

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Centro – Araxa – MG

Endereço: Avenida Imbiara, 308 Sala 07 08 – Centro – Araxa – MG
Cep: 38183244

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 406902

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Seda Ltda: 34 3662-5363

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Consultórios e Clínicas – Check-Up em  Centro Araxa - MG 

Alonso Garcia De Rezende – Araxa – MG



Chaves E Maneira Clinica Medica Ltda – Araxa – MG



Cassio Dos Santos Neto – Araxa – MG



Fique Sabendo?


Criança piscando sem parar, o que pode ser? O que fazer?

A criança piscando sem parar pode acontecer devido à um tique nervoso, uma irritação ou falta de umidade no olho. As crianças podem piscar mais em situações de concentração como quando ficam por muito tempo diante da televisão, do computador ou do videogame e tendem a sentir um ressecamento nos olhos. O ato de piscar tem como objetivo lubrificar o olho, espalhando a lágrima pela superfície ocular


Infeção urinária – O que é

Corresponde à presença de bactérias em qualquer parte do sistema urinário (rins, ureteres e bexiga). Consoante a localização, a infeção recebe nomes diferentes. No caso do rim designa-se de pielonefrite, da bexiga cistite e da uretra denomina-se de uretrite.

São uma das infeções mais comuns. De um modo geral, os microrganismos alcançam o sistema urinário a partir do exterior, pela uretra ou, mais raramente, a partir do sangue e instalando-se a nível dos rins. As bactérias que alcançam as vias urinárias, por norma, são rapidamente removidas antes de causarem infeção pela própria eliminação de urina e pelas defesas do organismo. Quando tal não acontece, os sintomas de infeção tornam-se evidentes.

São mais comuns nas mulheres, dada a maior proximidade da uretra feminina com o ânus e com a vagina e dado o facto de ser uma uretra muito mais curta do que a masculina, o que permite que os microrganismos alcancem mais facilmente a bexiga

As crianças, nomeadamente as do sexo masculino até um ano de idade, também apresentam uma elevada prevalência de infeção a nível renal, devido à presença de refluxo vesico uretral.


Luxação Acromioclavicular – O que é

Esta lesão é comum e afeta atletas jovens envolvidos em desportos motorizadas e naqueles que envolvem lançamento.

Ocorre também em desportos de contacto (futebol, rugby), no ciclismo e em acidentes de viação. Ela corresponde a cerca de 3% das lesões do ombro e a 40% das lesões desportivas do ombro. 

É mais comum nas mulheres e entre os 20 e os 30 anos.

Esta articulação liga a omoplata à clavícula e é sustentada por diversos ligamentos que se podem romper quando ocorre lesão nesta região.

As lesões desta articulação classificam-se em tipos de I a VI, em função da extensão da lesão e do número de ligamentos envolvidos.

As lesões traumáticas mais frequentes da AC são provocadas por forças diretas sobre o bordo superolateral do ombro com o braço em adução, geralmente no contexto de queda. Na nossa realidade estas lesões são típicas da 2ª e 3ª década de vida, no contexto de desportos de contacto (BTT, rugby, motocross, tauromaquia) e afetam os homens entre 3 a 10 vezes mais. 

Assim, no grau I existe um estiramento/rotura parcial dos ligamentos acromio-claviculares e no grau II uma rotura total, sem haver tradução radiográfica de lesão. No grau III existe uma translação superior da clavícula em relação ao acrómio, por rotura dos ligamentos coraco-claviculares, enquanto no grau IV esta além de ser superior também é posterior, para dentro ou através das fibras do trapézio. Nas lesões grau V a separação ainda é maior, com perda da integridade da fascia trapeziodeltoideia, passando a extremidade lateral da clavícula a estar subcutânea. O grau VI, raro, é caracterizado pela passagem da clavícula por baixo da apófise coracóide/tendão conjunto.


Incontinência urinária – Doenças e Tratamentos

Traduz-se na perda involuntária de urina. Calcula-se que mais de metade das mulheres após os cinquenta anos já tenha tido, pelo menos, um episódio de incontinência urinária.


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