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Doença de Parkinson – Sintomas

Uma vez que a dopamina controla a atividade muscular, os sintomas relacionam-se essencialmente com os movimentos. Para lá dos tremores, rigidez e lentidão, existem outras manifestações que se traduzem no sono, no pensamento, na fala e no estado de espírito dos pacientes.

O primeiro sinal da doença é, de um modo geral, um tremor ligeiro numa mão, braço ou perna que ocorre quando a extremidade afetada está em repouso mas que pode aumentar em momentos de maior tensão. Como regra, melhora quando o paciente move voluntariamente a extremidade afetada e pode desaparecer durante o sono. À medida que a doença progride, o tremor torna-se mais difuso e pode afetar as extremidades de ambos os lados do corpo. Quando os músculos da face são atingidos, a expressão pode ficar apagada e, no caso de outros músculos, o doente pode ser incapaz de cuidar de si próprio.

A depressão ou ansiedade são frequentes nos pacientes com Parkinson, bem como as perturbações da memória. Podem ainda ocorrer dificuldades visuais, de mastigação e deglutição, incontinência urinária, alterações na sexualidade, cãibras, bem como aumento da sudação.

A instabilidade postural e as dificuldades na marcha tornam-na bastante incapacitante, dificultando o sentar-se e o levantar-se e obrigando a caminhar com pequenos passos, arrastados e sem o normal movimento pendular dos braços.

É importante referir que cada doente vive os seus sintomas de forma diferente.


Luxação do Ombro – O que é

A luxação do ombro é uma lesão que ocorre com a saída da cabeça do úmero da sua posição anatómica na articulação. O ombro é a articulação mais móvel do corpo, o que a torna a mais suscetível a luxação. A ocorrência de um primeiro episódio de luxação aumenta o risco de novos episódios de luxação – Luxação Recidivante do Ombro/Instabilidade do Ombro.

Pelas suas características, a articulação ombro é aquela que mais frequentemente se desloca. De facto, embora seja muito móvel é também muito instável e mantida na sua posição por um conjunto de estruturas ligamentares e musculares.

A deslocação anterior é a mais comum e corresponde a cerca de 98% dos casos. De facto, a luxação anterior do ombro é a mais frequente nos serviços de urgência hospitalares.

Pode ocorrer também luxação posterior, sendo as variantes superior e intra-torácica mais raras e complicadas. 

Um dos mecanismos mais comuns é a queda. A luxação do ombro é mais comum nos homens entre os 20-30 anos e nas mulheres por volta dos 60-80 anos.

Existe uma possibilidade de nova luxação de cerca de 50%.

As luxações do ombro são mais comuns no adolescentes do que nas crianças porque nestas as placas de crescimento são mais frágeis e tendem a partir antes que ocorra luxação.

No adulto mais idoso, os ligamentos que suportam a articulação estão mais fracos facilitando a ocorrência de luxação.

Entre os 18-25 anos, as atividades desportivas são a principal causa de luxação do ombro. Nos idosos, as quedas são o principal fator envolvido.


Cistite – Sintomas

O principal sintoma deste grupo de doenças é a dor vesical/suprapúbica (“baixo ventre”), que tipicamente aumenta à medida que bexiga enche e alivia com o seu esvaziamento. Esta dor leva ao aumento da frequência urinária, uma vez que os doentes evitam que a bexiga encha demasiado para que não tenham dor.

As bactérias que dão origem a uma cistite numa primeira fase, colonizam o vestíbulo da vulva e a região peri uretral. A partir destas localizações, um pequeno número destes microrganismos pode subir até à bexiga e, mais raramente até ao rim. Em circunstâncias normais, são eliminados pelo fluxo e pelas propriedades antibacterianas da urina. Se não forem eliminados, iniciar-se-á uma colonização ou uma infeção, dependendo do equilíbrio entre a virulência da bactéria, os mecanismos defensivos locais e a presença ou não de alterações anatómicas ou funcionais do trato urinário.

Se não se produzir nenhuma lesão inflamatória da mucosa vesical, então tratar-se-á de uma colonização assintomática. Quando o microrganismo consegue causar danos nos tecidos que se traduzem no aparecimento de sintomatologia gera-se a cistite.

Os sintomas mais sugestivos da cistite são:

Dor ao urinar (disúria)
Sensação de urgência e realização de um maior número de micções em pequena quantidade (polaquiúria)
Pode ocorrer hematúria (presença de sangue na urina)
Desconforto na região pélvica
Sensação de pressão na região abdominal inferior
Febre pouco elevada
A urina tende a ser mais escura, turva e com um odor forte

Nas crianças, a cistite pode traduzir-se pela ocorrência de episódios diurnos de enurese (micção involuntária).


Como é feita a cirurgia do pterígio?

A cirurgia é feita com a raspagem do tecido excedente. Após a cirurgia, a pessoa deverá ser tratada com analgésicos para aliviar a dor, será monitorizada de acordo com as complicações e terá de ser acompanhada o resultado na melhoria do campo visual.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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