Silvia Cristina Rebeschini Perche – Lins – SP
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Consultas Popular em Centro – Lins – SP
Endereço: Avenida Duque De Caxias, 857 – Centro – Lins – SP
Cep: 16400115
Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 3778673
Atividade base Reabilitação
Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.
Telefone Silvia Cristina Rebeschini Perche: (014) 3532-3834
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Consultórios e Clínicas – Medicina do Sono em Centro - Lins - SP
Departamento De Vigilancia Sanitaria – Cupira – PE
Fique Sabendo?
Radical livre – O que é
Atribui-se-lhe um papel nocivo em diversos processos patológicos (inflamações, intoxicações, enfarte do miocárdio) e processo de envelhecimento.
Lesões da Fibrocartilagem Triangular – O que é
As articulações, ossos, tendões e ligamentos que compõem o punho dependem das cartilagens para proteger essas estruturas, assim impedindo a ocorrência de lesões graves.
Se essa cartilagem estiver danificada por uma queda, torção inadequada, atividade repetida ou por uma artrite, todo o punho e mão pode ser afetados.
Se o problema não for diagnosticado e prontamente tratado pode causar desconforto crónico ou mesmo incapacidade.
Os problemas nas cartilagens do punho ocorrem, de um modo geral, após uma queda em que a pessoa se tenta proteger colocando violentamente as mãos no chão. Quando a cartilagem sofre um estiramento e rompe, ocorre inflamação, inchaço, dor intensa e limitação dos movimentos da mão.
Uma das lesões mais comuns é a da fibrocartilagem triangular.
Lesões da Fibrocartilagem Triangular
O termo complexo fibrocartilagem triangular descreve a relação anatómica e funcional próxima entre as estruturas cubitais do punho. A instabilidade da articulação entre o rádio e o cúbito é a lesão mais debilitante observada neste complexo.
Trata-se de uma estrutura constituída por cartilagens e ligamentos e tem como função a estabilização dos ossos do punho, o amortecimento de impactos e permite a realização de movimentos suaves.
Quem tem epilepsia pode fazer tatuagem?
Intoxicação alimentar – O que é
A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem publicado dados que são muito esclarecedores quanto à importância das bactérias, vírus e parasitas como agentes causadores de doenças de origem alimentar.
As diarreias provocadas por alimentos contaminados e de água imprópria para consumo são atualmente as principais causas de doença e morte nos países em desenvolvimento, matando cerca de 1,8 milhões de pessoas todos os anos, principalmente crianças. Na listagem das patologias com maior prevalência no mundo, as gastroenterites ocupam o primeiro lugar.
De acordo com as estimativas, as doenças de origem alimentar são 300 a 350 vezes mais frequentes do que indicam os casos declarados, afetando anualmente uma em cada três pessoas. Estas enfermidades são na sua maioria: toxinfeções alimentares, termo utilizado para englobar as infeções que ocorrem quando se ingere um alimento contaminado com um microrganismo patogénico que é capaz de crescer no trato gastrointestinal; e intoxicações alimentares, que resultam da ingestão de alimentos nos quais previamente cresceram bactérias ou outros microrganismos que produziram toxinas que acabam por ser ingeridas juntamente com ele.
Desde 2005 que a declaração de surtos de origem alimentar tornou-se obrigatória para todos os Estados Membros da União Europeia. Em 2006, 24 países comunicaram um total de 5.710 surtos, envolvendo 53.568 pessoas, de que resultaram 5.525 hospitalizações e 50 mortes. Quando se comparam os resultados desse ano com os de 2005, observa-se um aumento de 6,6% do número de casos notificados. Os principais alimentos envolvidos foram os ovos e produtos derivados (17,8%) e a carne (não especificada, responsável por 10,3%). Seguiram-se-lhes o peixe e os seus subprodutos (17,8%) e os laticínios (3,2%).
Em Portugal, tal como acontece na maioria dos países industrializados, os dados relativos às doenças de origem alimentar são escassos, o que se traduz numa subavaliação da real dimensão desta questão e, provavelmente, numa incorreta perceção da importância relativa de cada uma das patologias. Para esta situação contribuem diversos fatores. A maioria das vítimas de uma infeção ou intoxicação alimentar não recorre a um profissional de saúde e, quando o faz, raramente é sujeita a análises que permitam identificar o agente responsável.
Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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