Suzana Magalhaes Macedo Ribeiro – Betim – MG

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Suzana Magalhaes Macedo Ribeiro - Betim - MG

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Centro – Betim – MG

Endereço: Avenida Governador Valadares, 471 Sala 209 – Centro – Betim – MG
Cep: 32600125

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 7038526

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Suzana Magalhaes Macedo Ribeiro: 312571-1301

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Consultórios e Clínicas – Otorrinolaringologia em  Centro - Betim - MG 

Marcia Bernardes Gontijo De Carvalho – Betim – MG



Cuidar Centro Medico – Betim – MG



Fique Sabendo?


Dor no fundo das costas

Embora a dor nas costas seja quase sempre considerada um sintoma frequente das últimas semanas de gestação, algumas mulheres podem desenvolver este tipo de dor logo desde o início da gravidez, estando relacionada com as alterações que acontecem no corpo da mulher para receber o bebê.


Artrite idiopática juvenil – Sintomas

Os sintomas variam de acordo com o tipo de AIJ e podem incluir:

Dor, inchaço, calor e sensibilidade nas articulações
Rigidez articular matinal
Coxear
Febre
Erupção cutânea
Perda de peso
Gânglios linfáticos inchados
Fadiga ou irritabilidade
Olho vermelho, dor ocular, visão turva


HPV – Vírus do papiloma humano – O que é

O HPV, ou Vírus do Papiloma Humano, é responsável por um elevado número de infeções, que na maioria das vezes são assintomáticas e de regressão espontânea. Esta é uma das infeções de transmissão sexual mais comuns a nível mundial.

O HPV pode originar lesões benignas, como as verrugas, os condilomas e as lesões benignas da orofaringe, e, em situações relativamente raras, pode evoluir para cancro, com destaque especial para o cancro do colo do útero.

Como o nome faz supor, o HPV é um vírus frequente nos humanos, responsável pela formação de lesões chamadas papilomas. Existem diferentes tipos de HPV; alguns tipos podem infetar a área anogenital, enquanto outros infetam áreas como os pés ou as mãos, onde podem originar verrugas ou “cravos”. Os vírus que infetam a área anogenital podem ser transmitidos durante o sexo vaginal, oral ou anal, ou durante o contacto íntimo de pele com pele entre pessoas em que pelo menos um esteja infetado.

Na população sexualmente ativa, 50 a 80% dos indivíduos adquirem infeção por HPV nalguma altura da sua vida, apesar de, na grande maioria dos casos, não haver evolução para doença sintomática.

O cancro do colo do útero, o segundo tipo de cancro mais frequente na mulher em todo o mundo, é a doença mais relevante associada à infeção por HPV, especialmente quando não é detetado precocemente, evoluindo para formas invasivas. Na realidade, aproximadamente 100% dos casos de cancro do colo do útero estão relacionados com infeção por HPV. A evolução para cancro do colo do útero é muito lenta e, geralmente, assintomática.

A infeção persistente por HPV tem um período de latência prolongado (anos ou décadas entre o início da infeção e o desenvolvimento de tumores) passando por diversas fases.

Até à data, existem mais de 200 tipos de HPV identificados dos quais cerca de 40 infetam, preferencialmente, o sistema anogenital: vulva, vagina, colo do útero, pénis e áreas perianais.

Relativamente ao cancro do colo do útero, os dados nacionais existentes apontam para cerca de 1.000 novos casos todos anos, com uma taxa de incidência de 20,95/100.000 mulheres, para todas as idades. A mortalidade total por cancro do colo do útero em Portugal é de 4,5/100.000 mulheres acima dos 15 anos de idade. O HPV também pode estar associado a cancro da vulva, pénis e ânus, entre outros.


Lesão do ligamento cruzado anterior – Sintomas

A maior parte das lesões do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) estão associadas a lesões desportivas: entorses, quedas, mudanças de direção ou traumatismos diretos.

 

A rotura do LCA é frequentemente descrita como um “pop” ou “estalo” associada a dor, derrame e claudicação do joelho, tipicamente com diminuição da mobilidade. Frequentemente os doentes referem sensação de instabilidade ou cedência do joelho após a fase aguda (primeiras semanas) quando não são tratados.

 

O inchaço secundário à hemartrose (acumulação de sangue na articulação) é observado algumas horas após o momento da lesão, agravando os sintomas dolorosos e a limitação funcional. Estima-se que cerca de 75% das lesões deste ligamento se associem a uma hemartrose aguda.

 

As sensações de instabilidade, caracterizadas por passos em falso, são comuns durante as tentativas de retorno ao desporto, podendo manifestar-se também nas atividades de vida diária.


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