Transpetro – Sao Sebastiao – SP

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Transpetro - Sao Sebastiao - SP

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Porto Grande – Sao Sebastiao – SP

Endereço: Avenida Guarda Mor Lobo Viana, 1111 – Porto Grande – Sao Sebastiao – SP
Cep: 11608530

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 5321174

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

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Consultórios e Clínicas – Urologista em  Porto Grande - Sao Sebastiao - SP 

Fique Sabendo?


Fezes com muco em bebês e crianças é grave? O que pode ser?

Fezes com muco em bebês e crianças podem não representar uma doença grave. Em bebês, quando ocorre a dentição, por conta da deglutição da saliva, um potencial irritante intestinal, pode haver evacuação com muco.


Dermatite – O que é

A dermatite é um termo genérico que engloba qualquer condição médica em que ocorra inflamação da pele. Existem múltiplas formas desta doença, sendo as mais comuns a dermatite seborreica e a dermatite atópica (eczema).

Embora não seja grave, pode provocar intenso desconforto e, como tal, deve ser corretamente diagnosticada e tratada. Por exemplo, a dermatite de contacto é a doença profissional mais frequente, embora não a mais grave, e obriga a grandes perdas de dias de trabalho ou mesmo a mudanças de profissão.

A dermatite é uma doença muito comum e, relativamente às formas alérgicas, estima-se que, em Portugal, cerca de 10% das crianças apresentem queixas compatíveis com dermatite. 

No caso da atópica ou alérgica, além das manifestações cutâneas, o doente ou os familiares apresentam em cerca de 80% dos casos asma e/ou rinite alérgica, o que acentua a importância e o impacto deste tipo de doenças.


Fratura da coluna – O que é

A coluna é composta por vértebras que criam as curvas naturais das costas. Entre elas há discos intervertebrais que atuam como amortecedores dos impactos e possibilitam os movimentos da coluna. Músculos e ligamentos ligam as vértebras e permitem o movimento, fornecendo suporte e estabilidade. Cada vértebra tem uma abertura (forâmen) no centro, alinhando-se para formar o canal medular. Protegidas pelas vértebras, a espinal medula e outras raízes nervosas viajam pelo canal medular. Os nervos ramificam-se a partir da coluna, transmitindo mensagens entre o cérebro e os músculos.

Outras articulações vertebrais como as facetas ósseas asseguram os movimentos e a rotação vertebral.

A coluna vertebral divide-se em 3 segmentos: cervical, torácica e lombar.

As fraturas vertebrais mais comuns ocorrem na coluna torácica e lombar. Uma fratura da coluna vertebral é uma lesão grave, geralmente causada por um acidente automóvel, queda ou outro acidente de alta impacto. A energia necessária para fraturar severamente a coluna também pode causar lesões na espinal medula ou outros danos que requerem tratamento adicional. Os homens experimentam fraturas da coluna torácica ou lombar quatro vezes mais frequentemente do que as mulheres, e os idosos com osteoporose também correm maior risco.


Espondilolistese – O que é

A espondilolistese ocorre quando uma das vértebras da coluna desliza da sua posição normal, geralmente deslocando-se para frente sobre a vértebra que se encontra imediatamente abaixo. É mais comum na região lombar.

Já a espondilólise, condição associada, corresponde a um defeito da pars interarticularis (pequeno segmento de osso que une as facetas de uma vértebra) de uma vértebra.

 

A espondilolistese é dividida em tipos e graus, baseados na sua origem: 

Tipo I: Em alguns casos, as pessoas nascem com espondilolistese. Uma criança também pode desenvolver a condição naturalmente durante o seu desenvolvimento. Em ambas as situações, pode não haver qualquer sintomas até mais tarde.
Tipo II:  O mais comum, ocorre quando há um problema com uma seção da vértebra chamada pars interarticularis. As fraturas do tipo II só se tornam espondilolistese se obrigarem a vértebra a mover-se para frente. O tipo II é inclui:

IIA que envolve microfraturas causadas por utilização excessiva das vértebras e hiperextensão;
IIB que inclui muitas microfraturas que curam com formação de osso extra, provocando alongamento e desalinhamento;
IIC corresponde a uma fratura completa causada por trauma (lesão desportiva ou acidente);

Tipo III:  Está associado ao envelhecimento e ao desgaste ósseo natural;
Tipo IV: Trata-se de uma fratura que ocorre em qualquer zona da vértebra, exceto na região pars interarticularis;
Tipo V: Devido a tumores nas vértebras;
Tipo VI: É uma espondilolistese rara causada pelo enfraquecimento após cirurgia.

 

Esta patologia é também classificada em graus de acordo com a percentagem de deslizamento anterior do corpo vertebral: 

Grau 1: 25%
Grau 2: Entre 25% e 50%
Grau 3: Entre 50% a 75%
Grau 4: Entre 75% a 100%
Grau 5: O corpo vertebral parece totalmente desconectado


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