Consultórios e Clínicas em Vila Bandeirantes - Adamantina - SP

Publicidade

Bitencurte Home Care E Gerontologia – Adamantina – SP



Fique Sabendo?


Jéssica mudou hábitos alimentares após ter problemas de saúde

A técnica administrativa Jéssica Silva, 30 anos, sempre teve excesso de peso, mas só se incomodou quando a saúde foi afetada. Alterando os hábitos alimentares, emagreceu 20kg em aproximadamente 18 meses.


Fraturas de stress – O que é

Este tipo de fraturas corresponde a uma pequena solução de continuidade do osso. Podem resultar de um excesso de uso, como acontece em desportos de alto-impacto (corrida de fundo ou basquetebol). O ténis, ginástica e dança também se associam a maior risco de fraturas de stress, dado o impacto repetido do pé no solo.

 

A maioria destas fraturas ocorre nos ossos que suportam peso do pé e da região inferior da perna.

 

Quando os músculos estão fatigados deixam de ser capazes de absorver o choque resultante dos impactos repetidos e transferem esse stress para os ossos, o que pode originar as pequenas fraturas.

 

Os locais mais comuns são o segundo e terceiro metatarsos do pé, o calcâneo, o peróneo e um osso na região mediana do pé.


Inaiê fumou durante 46 anos, mas conseguiu largar o tabagismo

A professora aposentada Inaiê Daniel começou a fumar aos 13 anos de idade. Após deixar o tabagismo de lado, ela percebeu que sua qualidade de vida melhorou muito.


Aneurisma da aorta abdominal – O que é

O termo aneurisma provém do grego e significa dilatação e aplica-se sempre que há um aumento irreversível do diâmetro normal das artérias. Caracteriza-se por tumefação mais ou menos volumosa, pulsátil e com expansão, isto é, com uma variação de diâmetro síncrona com a pulsação arterial.

O aneurisma da aorta abdominal (AAA) infrarrenal é uma doença relativamente frequente, denominando-se como tal sempre que a dilatação for superior a três centímetros.

Resulta de uma fraqueza estrutural da parede arterial, nomeadamente da túnica média, sendo a sua causa mais frequente a aterosclerose. Nestas situações tem em regra uma distribuição focal, com localizações preferenciais na aorta abdominal infrarrenal e nas artérias poplítea e subclávia.

É mais frequente a partir dos 65 anos, mais comum no sexo masculino e a sua prevalência é maior em pacientes com doença coronária ou arterial oclusiva periférica e em portadores de aneurismas periféricos.

Se a prevalência na população portuguesa for semelhante à de outros países europeus, poder-se-á admitir que pode haver cerca de 500 novos casos por ano, com tendência a aumentar, consequência do progressivo envelhecimento da população.

A sua importância clínica deriva essencialmente da irreversibilidade da dilatação arterial e do seu carácter progressivo, a qual pode conduzir à rutura, situação fatal se não tratada cirurgicamente, e associada a elevada mortalidade – 80% nas melhores séries publicadas, o que contrasta com um risco cirúrgico mínimo (menor que 4%) – quando é tratado de forma programada.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
Publicidade

Precisa de ajuda? Fale com nosso atendimento!

Consultórios e Clínicas Vila Bandeirantes - Adamantina - SP

Publicidade