Willian Wilson Vidal – Curitiba – PR

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Willian Wilson Vidal - Curitiba - PR

Consultórios e Clínicas. A prática diária as decisões tomadas para resolver o problema do paciente são usualmente baseadas na aplicação consciente da informação avaliável por regras explicitamente definidas.

Consultas Popular em Agua Verde – Curitiba – PR

Endereço: Avenida Getulio Vargas, 2183 Casa – Agua Verde – Curitiba – PR
Cep: 80250120

Tipo de Estabelecimento: Ambulatório
Tipo de Unidade: Consultório
CNES: 3851001

Atividade base Reabilitação

Conjunto de ações e serviços orientados a desenvolver ou ampliar a capacidade funcional e desempenho dos indivíduos, proteger a saúde e prevenir agravos, de modo a contribuir para autonomia, acesso à direitos e participação em todas as esferas da vida social.

Telefone Willian Wilson Vidal: 41-33422928

Encontre Consultórios e Clínicas em Agua Verde – Curitiba – PR

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Consultórios e Clínicas – Mastologista em  Água Verde - Curitiba - PR 

Clinica De Pneumologia Tuleski – Curitiba – PR



Sandra Felicidade Lopes Da Silva – Curitiba – PR



Fique Sabendo?


O que é amigdalite caseosa?

A amidalite crônica caseosa, também conhecida por tonsilite crônica caseosa, é relatada pelo paciente como sensação de desconforto ou irritação frequente da garganta. O cáseo (ou caseum) amigdaliano (do latim “caseus”, que significa queijo) é formado nas amígdalas (precisamente nas criptas amigdalianas, que são cavidades nas amígdalas), e lembra pequenas bolinhas de queijo do tamanho de um grão de arroz, no fundo da garganta.


Apendicite aguda – Doenças e Tratamentos

O apêndice é um segmento pequeno e com forma de dedo que sobressai do intestino grosso, perto do ponto onde este se une ao intestino delgado (cego). O apêndice pode ter uma função do tipo imunológico, mas não é um órgão essencial. A apendicite é a inflamação do apêndice.


Lesões da Fibrocartilagem Triangular – O que é

O punho é uma articulação especial, dada a sua flexibilidade e força. Ela permite, em simultâneo, movimentos muito amplos e suficientemente estáveis de modo a tornar possível manipular objetos delicados ou muito pesados.

As articulações, ossos, tendões e ligamentos que compõem o punho dependem das cartilagens para proteger essas estruturas, assim impedindo a ocorrência de lesões graves.

Se essa cartilagem estiver danificada por uma queda, torção inadequada, atividade repetida ou por uma artrite, todo o punho e mão pode ser afetados.

Se o problema não for diagnosticado e prontamente tratado pode causar desconforto crónico ou mesmo incapacidade.

Os problemas nas cartilagens do punho ocorrem, de um modo geral, após uma queda em que a pessoa se tenta proteger colocando violentamente as mãos no chão. Quando a cartilagem sofre um estiramento e rompe, ocorre inflamação, inchaço, dor intensa e limitação dos movimentos da mão.

Uma das lesões mais comuns é a da fibrocartilagem triangular.

Lesões da Fibrocartilagem Triangular

O termo “complexo fibrocartilagem triangular” descreve a relação anatómica e funcional próxima entre as estruturas cubitais do punho. A instabilidade da articulação entre o rádio e o cúbito é a lesão mais debilitante observada neste complexo.

Trata-se de uma estrutura constituída por cartilagens e ligamentos e tem como função a estabilização dos ossos do punho, o amortecimento de impactos e permite a realização de movimentos suaves.


Fraturas nas crianças – O que é

Várias vezes, após uma fratura, os pais assustados perguntam: os ossos do nosso filho estão bem? A queda foi tão pequena… Num estudo efetuado na Suécia concluiu-se que a probabilidade de uma criança (até aos 16 anos) sofrer uma fratura era de 42% para os rapazes e de 27% para as raparigas. Por estes números percebe-se que as fraturas são relativamente comuns nas crianças, mas porque é que isso acontece?

 

Os ossos das crianças têm uma acividade metabólica acelerada devido ao processo de crescimento. Crescem em comprimento, devido às cartilagens de crescimento nas extremidades dos ossos longos, e crescem em largura devido ao periósteo que cobre os ossos na sua extensão.

 

Os ossos longos são tubulares para poderem absorver, durante uma queda, as forças deformantes, sem se fraturarem. Os ossos das crianças são imaturos e como tal mais flexíveis podendo absorver impactos com mais facilidade. Mas, nos primeiros anos de vida, são pouco resistentes aos movimentos de torção e por isso não é infrequente uma criança que começou a andar fazer uma pequena fratura do membro inferior só porque o pé ficou preso no chão ou porque a coxa ficou presa na grade da cama.

 

As crianças também fazem fraturas similares às dos adultos, como as articulares ou as fraturas das diáfises (extremidade do osso), tudo dependendo do mecanismo da fratura. Mas estão sujeitas a outro tipo de fraturas relacionadas com as diferenças anatómicas da criança (deformidade plástica, por compressão, em ramo verde, epifisária ou da cartilagem de crescimento).


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