{"id":8588,"count":673,"description":"A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (MRI) \u00e9 uma t\u00e9cnica de imagem m\u00e9dica usada em radiologia para formar imagens da anatomia e dos processos fisiol\u00f3gicos do corpo, tanto na sa\u00fade como na doen\u00e7a. Os scanners de MRI usam campos magn\u00e9ticos fortes, ondas de r\u00e1dio e gradientes de campo para gerar imagens dos \u00f3rg\u00e3os no corpo. A RM n\u00e3o envolve raios-x, o que a distingue da tomografia computadorizada (CT ou CAT).\n \n \n \n Embora os riscos dos raios-x estejam agora bem controlados na maioria dos contextos m\u00e9dicos, a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ainda pode ser vista como superior \u00e0 TC a este respeito. A RM \u00e9 amplamente utilizada em hospitais e cl\u00ednicas para diagn\u00f3stico m\u00e9dico, estadiamento de doen\u00e7as e acompanhamento sem expor o corpo a radia\u00e7\u00f5es ionizantes, geralmente pode produzir informa\u00e7\u00f5es de diagn\u00f3stico diferentes em compara\u00e7\u00e3o com a tomografia computadorizada. As varreduras de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica geralmente levam um tempo maior, s\u00e3o mais altas e geralmente exigem que o sujeito entre em um tubo estreito e confinado, podendo haver riscos e desconforto associados a mesma. Al\u00e9m disso, as pessoas com alguns implantes m\u00e9dicos ou outro metal n\u00e3o remov\u00edvel dentro do corpo podem ser incapazes de se submeter a um exame de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de forma segura.\n \n \n \n A MRI baseia-se na ci\u00eancia da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear, foi originalmente chamada de 'NMRI' (resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear). Certos n\u00facleos at\u00f4micos s\u00e3o capazes de absorver e emitir energia de freq\u00fc\u00eancia de r\u00e1dio quando colocados em um campo magn\u00e9tico externo. Na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cl\u00ednica e de pesquisa, os \u00e1tomos de hidrog\u00eanio s\u00e3o usados com maior freq\u00fc\u00eancia para gerar um sinal de radiofrequ\u00eancia detect\u00e1vel que \u00e9 recebido por antenas pr\u00f3ximas da anatomia que est\u00e1 sendo examinada. Os \u00e1tomos de hidrog\u00eanio existem naturalmente em pessoas e outros organismos biol\u00f3gicos em abund\u00e2ncia, particularmente em \u00e1gua e gordura. Por este motivo, a maioria das varreduras de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica caracteriza essencialmente a localiza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e da gordura no corpo. Os pulsos das ondas de r\u00e1dio estimulam a transi\u00e7\u00e3o de energia de spin nuclear e os gradientes de campo magn\u00e9tico localizam o sinal no espa\u00e7o. Ao variar os par\u00e2metros da sequ\u00eancia de pulso, podem ser gerados diferentes contrastes entre os tecidos com base nas propriedades de relaxamento dos \u00e1tomos de hidrog\u00eanio nele.\n \n \n \n Desde o in\u00edcio do desenvolvimento nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica mostrou ser uma t\u00e9cnica de imagem altamente vers\u00e1til. Enquanto ela \u00e9 mais proeminente em medicina diagn\u00f3stica e pesquisa biom\u00e9dica, ela tamb\u00e9m pode ser usada para formar imagens de objetos n\u00e3o-vivos. As varreduras de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica s\u00e3o capazes de produzir uma variedade de dados qu\u00edmicos e f\u00edsicos, al\u00e9m de imagens espaciais detalhadas. O aumento sustentado da demanda de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica no setor de sa\u00fade levou a preocupa\u00e7\u00f5es quanto \u00e0 rela\u00e7\u00e3o custo-efic\u00e1cia e sobre-diagn\u00f3stico.\n \n \n \n Embora muitos pesquisadores j\u00e1 tenham descrito a maior parte da f\u00edsica subjacente, a imagem de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica foi inventada por Paul C. Lauterbur em setembro de 1971. Ele publicou a teoria por tr\u00e1s disso em mar\u00e7o de 1973. No final da d\u00e9cada de 1970, Peter Mansfield, f\u00edsico e professor da Universidade de Nottingham, Inglaterra, desenvolveu a t\u00e9cnica de imagem de eco-planar (EPI) que levaria a varredura tomando segundos em vez de horas e produziria imagens mais claras do que Lauterbur teve. Eles receberam o Pr\u00eamio Nobel de Fisiologia ou Medicina 2003 por suas \"descobertas sobre resson\u00e2ncia magn\u00e9tica\".\n \n \n \n Hist\u00f3rico\n \n Pioneiros da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear\n \n \n \n Anima\u00e7\u00e3o: resson\u00e2ncia magn\u00e9tica.\n \n \n \n Nesta imagem encontra-se um c\u00e9rebro a ser auscultado por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica.\n \n Em 1937, o f\u00edsico austro-norte-americano Isidor Isaac Rabi (1898-1988) apresentou na Physical Review 51 (p. 652) uma nova t\u00e9cnica para medir momentos magn\u00e9ticos nucleares.\n \n \n \n Nessa t\u00e9cnica, dois campos magn\u00e9ticos fortes n\u00e3o homog\u00eaneos desviam um feixe molecular em sentidos opostos, produzindo um efeito de focaliza\u00e7\u00e3o.\n \n \n \n Por outro lado, no meio da trajet\u00f3ria do feixe, um campo magn\u00e9tico forte homog\u00eaneo produz uma frequ\u00eancia de Larmor nos n\u00facleos das mol\u00e9culas do feixe, no mesmo instante em que um campo magn\u00e9tico alternado fraco \u00e9 aplicado ao feixe.\n \n \n \n Assim, se esse campo estiver em resson\u00e2ncia com a frequ\u00eancia da precess\u00e3o larmoriana, o n\u00facleo ressonante \u00e9 lan\u00e7ado fora de sua trajet\u00f3ria normal. Essa t\u00e9cnica de Rabi ficou conhecida como Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica Nuclear.\n \n \n \n Rabi e seus colaboradores, os f\u00edsicos Zacharias, S. Millman e Polykarp Kusch (1911 -1993) realizaram experi\u00eancias nas quais mediram o momento magn\u00e9tico do L\u00edtio (Li) , e que foram relatadas, em 1938, na Physical Review 53 (p. 318) divulgando um artigo que mostrou sem d\u00favida a primeira observa\u00e7\u00e3o de RMN.\n \n \n \n Em 1944, o Pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica foi concedido para Rabi por seus trabalhos pioneiros sobre Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica Nuclear. Estimulado pelos f\u00edsicos alem\u00e3es Otto Stern e Immanuel Estermann, em 1933 na qual foi medido o momento magn\u00e9tico do pr\u00f3ton.\n \n \n \n Em 1939, Felix Bloch e o f\u00edsico norte americano Luis Walter Alvarez (1911-1988) mediram o momento magn\u00e9tico do n\u00eautron, usando uma adapta\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica de Rabi (1937) a um intenso feixe de n\u00eautrons oriundos de um c\u00edclotron. O desvio magn\u00e9tico da t\u00e9cnica de Rabi foi substitu\u00eddo por um efeito de \u201cpolariza\u00e7\u00e3o\u201d desse feixe.\n \n \n \n Em 1942, Cornelis Jacobus Gorte e L. F. J. Broer publicaram na Physica 9 o resultado de uma experi\u00eancia na qual tentaram, sem sucesso, medir resson\u00e2ncias nucleares.\n \n \n \n Em 1945, o f\u00edsico russo E. Zavoisky apresentou no Fiziologiocheskii Zhurnal 9 o resultado de experi\u00eancias, nas quais observou a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear ao aplicar um campo magn\u00e9tico uniforme a sais (cobre e mangan\u00eas) contendo \u00edons divalentes.\n \n \n \n Em 1946, os f\u00edsicos norte-americanos Edward Mills Purcell (1912-1997), Henry Cutler Torrey (1911-1998) e R. V. Pound e, independentemente, F\u00e9lix Bloch (1905-1983), W. W. Hansen e M. Packard publicaram artigos, respectivamente, na Physical review 69, nos quais anunciaram que haviam descoberto efeitos de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear em s\u00f3lidos e l\u00edquidos.\n \n \n \n Na experi\u00eancia realizada por Purcell, Torry e Pound o m\u00e9todo utilizado foi o de obter a subtra\u00e7\u00e3o de energia a um campo magn\u00e9tico oscilante por n\u00facleos sujeitos a um campo magn\u00e9tico forte e fixo, m\u00e9todo esse capaz de medir a frequ\u00eancia de Larmor, que \u00e9 importante para a determina\u00e7\u00e3o do momento magn\u00e9tico dos n\u00facleos.\n \n \n \n O material por eles utilizado foi a parafina, a qual cont\u00e9m muitos pr\u00f3tons, que neste caso h\u00e1 dois n\u00edveis de separa\u00e7\u00e3o da frequ\u00eancia v. Por sua vez, Bloch, Hansen e Packard utilizaram um m\u00e9todo semelhante descrito acima; por\u00e9m, eles detectaram a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear pela intensidade m\u00e1xima de sinais induzidos em uma bobina detectora perpendicular quer ao campo magn\u00e9tico fixo, quer ao campo magn\u00e9tico oscilante.\n \n \n \n Em 1947, os f\u00edsicos norte-americanos John Elliot Nafe (1914-1996) e Edward B. Nelson, e o austro-norte-americano Isidor Isaac Rabi publicaram um artigo na Physical Review 71, no qual apresentaram o resultado de uma experi\u00eancia que indicava ser o momento magn\u00e9tico do el\u00e9tron (\u00b5e) um pouco maior do que o Magnet\u00e3o de Bohr (\u00b50). Resultado an\u00e1logo a esse foi apresentado por D. E. Nagel, R. S. Julian e J. R. Zacharias na Physical Review 72, ambos eram trabalhos que falavam sobre estruturas hiperfinas.\n \n \n \n Em 2019, pesquisadores realizaram a menor imagem por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica do mundo para capturar os campos magn\u00e9ticos de \u00e1tomos individuais.\n \n \n \n Constru\u00e7\u00e3o e f\u00edsica\n \n Para realizar um estudo, a pessoa fica posicionada dentro de um scanner de MRI que forma um forte campo magn\u00e9tico em torno da \u00e1rea a ser imageada. Na maioria das aplica\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, os pr\u00f3tons (\u00e1tomos de hidrog\u00eanio) em tecidos contendo mol\u00e9culas de \u00e1gua criam um sinal que \u00e9 processado para formar uma imagem do corpo. Primeiro, a energia de um campo magn\u00e9tico oscilante temporariamente \u00e9 aplicada ao paciente na freq\u00fc\u00eancia de resson\u00e2ncia apropriada. Os \u00e1tomos de hidrog\u00eanio excitados emitem um sinal de radiofreq\u00fc\u00eancia, que \u00e9 medido por uma bobina receptora. O sinal de r\u00e1dio pode ser feito para codificar informa\u00e7\u00f5es de posi\u00e7\u00e3o, variando o campo magn\u00e9tico principal usando bobinas de gradiente. \u00c0 medida que estas bobinas s\u00e3o rapidamente ligadas e desligadas, elas criam o ru\u00eddo repetitivo caracter\u00edstico de uma varredura de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. O contraste entre diferentes tecidos \u00e9 determinado pela taxa em que os \u00e1tomos excitados retornam ao estado de equil\u00edbrio. Os agentes de contraste ex\u00f3genos podem ser administrados por via intravenosa, oral ou intra-articular.\n \n \n \n Os principais componentes de um scanner de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica s\u00e3o: o \u00edm\u00e3 principal, que polariza a amostra, as bobinas de compensa\u00e7\u00e3o para corrigir as n\u00e3o-homogeneidades no campo magn\u00e9tico principal, o sistema de gradiente que \u00e9 usado para localizar o sinal de MR e o sistema de RF, o que excita a amostra e detecta o sinal de RMN resultante. Todo o sistema \u00e9 controlado por um ou mais computadores.\n \n \n \n A RM requer um campo magn\u00e9tico que seja forte e uniforme. A for\u00e7a de campo do \u00edm\u00e3 \u00e9 medida em teslas e enquanto a maioria dos sistemas operam a 1,5 T, sistemas comerciais est\u00e3o dispon\u00edveis entre 0,2 e 7 T. A maioria dos \u00edm\u00e3s cl\u00ednicos s\u00e3o \u00edm\u00e3s supercondutores, que requerem h\u00e9lio l\u00edquido. As intensidades de campo mais baixas podem ser alcan\u00e7adas com \u00edm\u00e3s permanentes, que s\u00e3o frequentemente usados em scanners de MRI \"abertos\" para pacientes claustrof\u00f3bicos. Recentemente, a MRI foi demonstrada tamb\u00e9m em campos ultra baixos, ou seja, na faixa microtesla-a-militesla, onde a qualidade de sinal suficiente \u00e9 poss\u00edvel por pr\u00e9-polariza\u00e7\u00e3o (na ordem de 10-100 mT) e medindo os campos de precess\u00e3o de Larmor em cerca de 100 microtesla com dispositivos de interfer\u00eancia qu\u00e2ntica supercondutores altamente sens\u00edveis (SQUIDs).\n \n \n \n T1 e T2\n \n Ver artigo principal: Relaxa\u00e7\u00e3o (NMR)\n \n \n \n Efeitos de TR e TE no sinal de MR.\n \n \n \n Exemplos de exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ponderada T1, ponderada em T2 e ponderada por DP.\n \n Cada tecido retorna ao seu estado de equil\u00edbrio ap\u00f3s a excita\u00e7\u00e3o pelos processos independentes de T1 (spin-tretice) e T2 (spin-spin) de relaxamento. Para criar uma imagem ponderada em T1, a magnetiza\u00e7\u00e3o pode ser recuperada antes de medir o sinal MR, alterando o tempo de repeti\u00e7\u00e3o (TR). Esta pondera\u00e7\u00e3o de imagem \u00e9 \u00fatil para avaliar o c\u00f3rtex cerebral, identificando tecido adiposo, caracterizando les\u00f5es focais e, em geral, para obter informa\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas, bem como para imagens p\u00f3s-contraste. Para criar uma imagem ponderada em T2, a magnetiza\u00e7\u00e3o pode decair antes de medir o sinal MR alterando o tempo de eco (TE). Esta pondera\u00e7\u00e3o de imagem \u00e9 \u00fatil para detectar edema e inflama\u00e7\u00e3o, revelando les\u00f5es de subst\u00e2ncia branca e avaliando a anatomia zonal na pr\u00f3stata e no \u00fatero.\n \n \n \n A exibi\u00e7\u00e3o padr\u00e3o de imagens de MRI \u00e9 representar caracter\u00edsticas de fluido em imagens em preto e branco, onde diferentes tecidos s\u00e3o os seguintes:\n \n \n \n Sinal T1-ponderado T2-ponderado\n \n Alto\n \n Gordo\n \n Hemorragia subaguda\n \n Melanina\n \n L\u00edquido rico em prote\u00ednas\n \n Sangue fluindo lentamente\n \n Subst\u00e2ncias paramagn\u00e9ticas, como gadol\u00ednio, mangan\u00eas, cobre\n \n Necrose pseudolaminar cortical\n \n Mais teor de \u00e1gua, como no edema, tumor, infarto, inflama\u00e7\u00e3o e infec\u00e7\u00e3o\n \n Meta-hemoglobina de localiza\u00e7\u00e3o extracelular em hemorragia subaguda\n \n Intermedi\u00e1rio Mat\u00e9ria cinzenta mais escura que mat\u00e9ria branca Mat\u00e9ria branca mais escura do que a mat\u00e9ria cinzenta\n \n Baixo\n \n Osso\n \n Urina\n \n CSF\n \n Ar\n \n Mais teor de \u00e1gua, como em edema, tumor, infarto, inflama\u00e7\u00e3o, infec\u00e7\u00e3o hiperaguda ou hemorragia cr\u00f4nica\n \n Baixa densidade de pr\u00f3tons, como na calcifica\u00e7\u00e3o\n \n Osso\n \n Ar\n \n Gordo\n \n Baixa densidade de pr\u00f3tons, como na calcifica\u00e7\u00e3o e fibrose\n \n Material paramagn\u00e9tico, como desoxiemoglobina, meta-hemoglobina intracelular, ferro, ferritina, hemosiderina, melanina\n \n L\u00edquido rico em prote\u00ednas\n \n Agentes de contraste\n \n Ver artigo principal: Agente de contraste\n \n A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica para imagens de estruturas anat\u00f4micas ou fluxo sangu\u00edneo n\u00e3o requer agentes de contraste, pois as propriedades vari\u00e1veis dos tecidos ou sangue proporcionam contrastes naturais. No entanto, para tipos de imagem mais espec\u00edficos, os agentes de contraste intravenosos mais utilizados s\u00e3o baseados em quelatos de gadol\u00ednio. Em geral, esses agentes se mostraram mais seguros do que os agentes de contraste iodados utilizados na radiografia ou TC. As rea\u00e7\u00f5es anafilact\u00f3ides s\u00e3o raras, ocorrendo em aprox. 0,03-0,1%. De particular interesse \u00e9 a menor incid\u00eancia de nefrotoxicidade, em compara\u00e7\u00e3o com os agentes iodados, quando administrados em doses usuais. Isto fez uma varredura de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica contrastante uma op\u00e7\u00e3o para pacientes com insufici\u00eancia renal, que de outra forma n\u00e3o seriam capazes de sofrer TC com contraste.\n \n \n \n Embora os agentes de gadol\u00ednio se tenham revelado \u00fateis para pacientes com insufici\u00eancia renal, em pacientes com insufici\u00eancia renal grave que requer di\u00e1lise, existe o risco de uma doen\u00e7a rara mas grave, fibrose sist\u00eamica nefrog\u00eanica, que pode estar ligada ao uso de certos agentes contendo gadol\u00ednio. O mais frequentemente ligado \u00e9 a gadodiamida, mas outros agentes tamb\u00e9m foram ligados. Embora uma liga\u00e7\u00e3o causal n\u00e3o tenha sido definitivamente estabelecida, as diretrizes atuais nos Estados Unidos s\u00e3o que os pacientes em di\u00e1lise s\u00f3 devem receber agentes de gadol\u00ednio quando essenciais e que a di\u00e1lise deve ser realizada o mais r\u00e1pido poss\u00edvel ap\u00f3s a varredura para remover o agente do corpo prontamente. Na Europa, onde mais agentes contendo gadol\u00ednio est\u00e3o dispon\u00edveis, uma classifica\u00e7\u00e3o dos agentes de acordo com os riscos potenciais foi liberada. Recentemente, foi aprovado um novo agente de contraste chamado gadoxetate, Eovist de marca (US) ou Primovist (EU), para uso diagn\u00f3stico: isso tem o benef\u00edcio te\u00f3rico de um caminho de excre\u00e7\u00e3o dupla.\n \n \n \n MRI por \u00f3rg\u00e3o ou sistema\n \n \n \n Modern 3 tesla scanner cl\u00ednico de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica.\n \n A MRI possui uma ampla gama de aplica\u00e7\u00f5es no diagn\u00f3stico m\u00e9dico e estima-se que mais de 25 mil scanners estejam em uso em todo o mundo. A RM afeta o diagn\u00f3stico e o tratamento em muitas especialidades, embora o efeito sobre os melhores resultados de sa\u00fade seja incerto.\n \n \n \n A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica \u00e9 a investiga\u00e7\u00e3o de escolha no estadiamento pr\u00e9-operat\u00f3rio do c\u00e2ncer retal e da pr\u00f3stata e, tem um papel no diagn\u00f3stico, estadiamento e acompanhamento de outros tumores.\n \n \n \n Neuroimagem\n \n \n \n Imagem de MRI de tra\u00e7os de mat\u00e9ria branca.\n \n A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica \u00e9 a ferramenta investigativa de escolha para c\u00e2nceres neurol\u00f3gicos, pois tem melhor resolu\u00e7\u00e3o do que a TC e oferece uma melhor visualiza\u00e7\u00e3o da fossa posterior. O contraste fornecido entre mat\u00e9ria cinza e branca torna a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica melhor op\u00e7\u00e3o para muitas condi\u00e7\u00f5es do sistema nervoso central, incluindo doen\u00e7as desmielinizantes, dem\u00eancia, doen\u00e7a cerebrovascular, doen\u00e7as infecciosas e epilepsia. Uma vez que muitas imagens s\u00e3o retiradas em milisegundos, mostra como o c\u00e9rebro responde a diferentes est\u00edmulos, permitindo que os pesquisadores estudem as anormalidades cerebrais funcionais e estruturais em dist\u00farbios psicol\u00f3gicos. A RM tamb\u00e9m \u00e9 utilizada na cirurgia estereot\u00e1xica guiada por MRI e radiocirurgia para o tratamento de tumores intracranianos, malforma\u00e7\u00f5es arteriovenosas e outras condi\u00e7\u00f5es trat\u00e1veis cirurgicamente usando um dispositivo conhecido como N-localizer.\n \n \n \n Cardiovascular\n \n \n \n Angiograma de MR em doen\u00e7a card\u00edaca cong\u00eanita.\n \n A MRI card\u00edaca \u00e9 complementar a outras t\u00e9cnicas de imagem, como ecocardiografia, TC card\u00edaca e medicina nuclear. As suas aplica\u00e7\u00f5es incluem avalia\u00e7\u00e3o da isquemia mioc\u00e1rdica e viabilidade, cardiomiopatias, miocardite, sobrecarga de ferro, doen\u00e7as vasculares e cardiopatia cong\u00eanita.\n \n \n \n Musculoesquel\u00e9tico\n \n As aplica\u00e7\u00f5es no sistema m\u00fasculo-esquel\u00e9tico incluem imagens espinhais, avalia\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as das articula\u00e7\u00f5es e tumores de tecidos moles.\n \n \n \n F\u00edgado e gastrointestinal\n \n O MR hepatobiliar \u00e9 usado para detectar e caracterizar les\u00f5es do f\u00edgado, p\u00e2ncreas e ductos biliares. Os dist\u00farbios focais ou difusos do f\u00edgado podem ser avaliados utilizando imagens de fase em oposi\u00e7\u00e3o ponderada em fase oposta e de contraste din\u00e2mico. Os agentes de contraste extracelular s\u00e3o amplamente utilizados na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica do f\u00edgado e os novos agentes de contraste hepatobiliares tamb\u00e9m proporcionam a oportunidade de realizar imagens biliares funcionais. A imagem anat\u00f4mica dos canais biliares \u00e9 conseguida usando uma sequ\u00eancia fortemente ponderada em T2 na colangiopancreatografia por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (MRCP). A imagem funcional do p\u00e2ncreas \u00e9 realizada ap\u00f3s administra\u00e7\u00e3o de secretina. A enterografia MR fornece avalia\u00e7\u00e3o n\u00e3o-invasiva da doen\u00e7a inflamat\u00f3ria do intestino e dos tumores do intestino delgado. A colonografia de MR pode desempenhar um papel na detec\u00e7\u00e3o de p\u00f3lipos grandes em pacientes com risco aumentado de c\u00e2ncer colorretal.\n \n \n \n Angiografia\n \n \n \n Angiografia por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica\n \n A angiografia por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (MRA) gera imagens das art\u00e9rias para avali\u00e1-las para estenose (estreitamento anormal) ou aneurismas (dilata\u00e7\u00e3o da parede vascular, em risco de ruptura). O MRA \u00e9 frequentemente usado para avaliar as art\u00e9rias do pesco\u00e7o e do c\u00e9rebro, a aorta tor\u00e1cica e abdominal, as art\u00e9rias renais e as pernas (chamado de \"escorrer\"). Uma variedade de t\u00e9cnicas podem ser usadas para gerar as imagens, como a administra\u00e7\u00e3o de um agente de contraste paramagn\u00e9tico (gadol\u00ednio) ou usando uma t\u00e9cnica conhecida como \"aprimoramento relacionado ao fluxo\" (por exemplo, sequ\u00eancias de tempo de voo 2D e 3D), onde a maior parte do sinal em uma imagem \u00e9 devido ao sangue que recentemente se mudou para esse plano. As t\u00e9cnicas que envolvem acumula\u00e7\u00e3o de fase (conhecida como angiografia por contraste de fase) tamb\u00e9m podem ser usadas para gerar mapas de velocidade de fluxo com facilidade e precis\u00e3o. A venografia por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (MRV) \u00e9 um procedimento similar que \u00e9 usado para imagens de veias. Neste m\u00e9todo, o tecido agora est\u00e1 excitado inferiormente, enquanto o sinal \u00e9 recolhido no plano imediatamente superior ao plano de excita\u00e7\u00e3o - criando assim o sangue venoso que recentemente se moveu do plano excitado.\n \n \n \n Princ\u00edpios b\u00e1sicos de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear\n \n A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear como todas as formas de espectroscopia, trata-se da intera\u00e7\u00e3o da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica com a mat\u00e9ria. Entretanto, RMN diferencia-se da espectroscopia \u00f3ptica em v\u00e1rios aspectos fundamentais, tais como:\n \n \n \n primeiro, a separa\u00e7\u00e3o entre os n\u00edveis de energia {displaystyle scriptstyle Delta E=gamma IhB_{0}}scriptstyle Delta E=gamma IhB_{{0}} \u00e9 um resultado da intera\u00e7\u00e3o do momento magn\u00e9tico {displaystyle scriptstyle {vec {mu }}}scriptstyle {vec {mu }} de um n\u00facleo at\u00f4mico com um campo magn\u00e9tico {displaystyle scriptstyle {vec {B_{0}}}}scriptstyle {vec {B_{{0}}}} aplicado; segundo, a intera\u00e7\u00e3o \u00e9 com a componente magn\u00e9tica da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica em vez da componente el\u00e9trica.\n \n \n \n Sendo que o efeito de RMN ocorre para n\u00facleos que possuem momentos magn\u00e9ticos e angulares {displaystyle {vec {mu }}}{vec {mu }} e {displaystyle {vec {J}}}{vec {J}}, respectivamente.\n \n \n \n Os n\u00facleos apresentam momentos magn\u00e9ticos e angulares paralelos entre si, respeitando a express\u00e3o {displaystyle scriptstyle {vec {mu }}=gamma {vec {J}}}scriptstyle {vec {mu }}=gamma {vec {J}} onde {displaystyle scriptstyle gamma }scriptstyle gamma o fator giromagn\u00e9tico.\n \n \n \n O momento angular {displaystyle scriptstyle {vec {J}}}scriptstyle {vec {J}} \u00e9 definido, quanticamente, por\n \n \n \n {displaystyle {vec {J}}=hbar {vec {I}}}{vec {J}}=hbar {vec {I}}\n \n \n \n onde {displaystyle scriptstyle {vec {I}}}scriptstyle {vec {I}} um operador adimensional, tamb\u00e9m denominado de momento angular ou spin, cujos valores podem ser somente n\u00fameros inteiros ou semi-inteiros 0, 1\/2, 1, 3\/2, 2(...).\n \n \n \n A separa\u00e7\u00e3o entre os n\u00edveis de energia {displaystyle scriptstyle Delta E=gamma IhB_{0}}scriptstyle Delta E=gamma IhB_{{0}} \u00e9 um resultado da intera\u00e7\u00e3o do momento magn\u00e9tico do n\u00facleo at\u00f4mico com o campo magn\u00e9tico aplicado.\n \n \n \n Na espectroscopia de RMN \u00e9 poss\u00edvel controlar a radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica (faixa de radiofrequ\u00eancia ou RF) e descrever a intera\u00e7\u00e3o desta radia\u00e7\u00e3o com os spins nucleares do sistema. Isto contribui em grande parte para o desenvolvimento do grande n\u00famero de t\u00e9cnicas utilizadas em RMN. Quase todos os elementos qu\u00edmicos t\u00eam ao menos um is\u00f3topo com um n\u00facleo at\u00f4mico que possui momento magn\u00e9tico, e quando este \u00e9 colocado em um campo magn\u00e9tico externo, e a ele for aplicada uma excita\u00e7\u00e3o com frequ\u00eancia igual a sua frequ\u00eancia de precess\u00e3o {displaystyle scriptstyle (nu _{0})}scriptstyle (nu _{0}), tal n\u00facleo \u00e9 retirado de seu estado de equil\u00edbrio. Ap\u00f3s a retirada do campo de RF, este n\u00facleo tende a voltar ao seu estado fundamental de equil\u00edbrio atrav\u00e9s dos processos de relaxa\u00e7\u00e3o spin-rede (T1) e relaxa\u00e7\u00e3o spin-spin (T2)\n \n \n \n Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear do estado s\u00f3lido\n \n \n \n Esquema de um espectr\u00f4metro, onde a amostra \u00e9 mergulhada no campo magn\u00e9tico B , obtendo n\u00edveis de energia como mostrado e assim perturbada com uma sequ\u00eancia de pulso desejada. Ap\u00f3s a perturba\u00e7\u00e3o obt\u00e9m-se o espectro com a frequ\u00eancia de RMN definida.\n \n A intera\u00e7\u00e3o de um spin nuclear com um campo magn\u00e9tico resulta em 2I + 1 n\u00edveis de energia com espa\u00e7amentos iguais de unidade {displaystyle hbar }hbar.\n \n \n \n Entretanto, v\u00e1rias intera\u00e7\u00f5es podem deslocar a frequ\u00eancia da transi\u00e7\u00e3o ou desdobrar uma transi\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios picos.\n \n \n \n Em consequ\u00eancia da complexidade de suas estruturas moleculares ou por causa da pequena diferen\u00e7a entre unidades isom\u00e9ricas, a investiga\u00e7\u00e3o da mol\u00e9culas e macromol\u00e9culas no estado s\u00f3lido requer boa resolu\u00e7\u00e3o espectral.\n \n \n \n Os deslocamentos qu\u00edmicos no espectro de RMN s\u00e3o muito sens\u00edveis \u00e0 estrutura e conforma\u00e7\u00e3o da mol\u00e9cula, \u00e0s intera\u00e7\u00f5es intermoleculares, \u00e0 troca qu\u00edmica, mudan\u00e7as de conforma\u00e7\u00e3o e os tempos de relaxa\u00e7\u00e3o s\u00e3o sens\u00edveis \u00e0 din\u00e2mica molecular.\n \n \n \n Por estes motivos, resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear do estado s\u00f3lido \u00e9 uma espectroscopia muito \u00fatil ao estudo de pol\u00edmeros.\n \n \n \n Intera\u00e7\u00f5es de RMN do estado s\u00f3lido\n \n Experimentos de RMN com amostras no estado s\u00f3lido apresentam resultados diretamente relacionados com as propriedades f\u00edsicas dos sistemas estudados. A representa\u00e7\u00e3o da energia dos spins nucleares em experimentos de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear \u00e9 expressa pelo operador Hamiltoniano. Assim, o Hamiltoniano de spin nuclear que descreve as intera\u00e7\u00f5es que definem a posi\u00e7\u00e3o e a forma da linha espectral pode ser decomposta em uma soma de v\u00e1rias intera\u00e7\u00f5es e assume a seguinte forma:\n \n \n \n {displaystyle H_{RMN}=H_{z}+H_{RF}+H_{D}+H_{CS}+H_{Q}}H_{{RMN}}=H_{{z}}+H_{{RF}}+H_{{D}}+H_{{CS}}+H_{{Q}}\n \n \n \n Sendo Hz e HRF as intera\u00e7\u00f5es Zeeman e de radiofrequ\u00eancia respectivamente, consideradas intera\u00e7\u00f5es externas. pois s\u00e3o definidas pelos campos magn\u00e9ticos est\u00e1tico, gerado pelo magneto supercondutor, e de RF, gerado pelas bobinas onde \u00e9 inserida a amostra. As intera\u00e7\u00f5es externas associadas ao acoplamento do momento magn\u00e9tico de spin {displaystyle scriptstyle {vec {mu }}=gamma hbar {vec {I}}}scriptstyle {vec {mu }}=gamma hbar {vec {I}} com o campo magn\u00e9tico est\u00e1tico {displaystyle scriptstyle {vec {B}}_{0}=B_{0}{hat {z}}}scriptstyle {vec {B}}_{{0}}=B_{0}{hat {z}} (efeito Zeeman) e com a oscila\u00e7\u00e3o da radiofrequ\u00eancia aplicada perpendicularmente ao campo magn\u00e9tico est\u00e1tico{displaystyle scriptstyle {vec {B}}_{RF}=B_{1}(t){big [}cos(omega t+phi (t){big )}{hat {i}}+sin {big (}omega t+phi (t){big )}{hat {j}}{big ]}}scriptstyle {vec {B}}_{{RF}}=B_{1}(t){big [}cos(omega t+phi (t){big )}{hat {i}}+sin {big (}omega t+phi (t){big )}{hat {j}}{big ]} , causa transi\u00e7\u00f5es entre os n\u00edveis adjacentes. As demais intera\u00e7\u00f5es s\u00e3o consideradas internas, visto que elas est\u00e3o intrinsecamente associadas \u00e0s caracter\u00edsticas microsc\u00f3picas da amostra, as quais alteram a distribui\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de energia definidos pela intera\u00e7\u00e3o Zeeman, modificando o espectro.\n \n \n \n Intera\u00e7\u00e3o Zeeman\n \n O Hamiltoniano Zeeman, representa o acoplamento do momento magn\u00e9tico nuclear {displaystyle scriptstyle {vec {mu }}=gamma hbar {vec {I}}}scriptstyle {vec {mu }}=gamma hbar {vec {I}} com o campo magn\u00e9tico externo est\u00e1tico {displaystyle scriptstyle {vec {B}}_{0}={vec {B}}_{0}{hat {z}}}scriptstyle {vec {B}}_{0}={vec {B}}_{0}{hat {z}} , dada por:\n \n \n \n {displaystyle E=-sum {vec {mu }}_{i}{vec {B}}_{o}=-sum hbar (gamma _{i}{vec {B}}_{o})=-hbar sum omega _{0}^{i}I_{Z}^{i}}E=-sum {vec {mu }}_{i}{vec {B}}_{o}=-sum hbar (gamma _{i}{vec {B}}_{o})=-hbar sum omega _{{0}}^{{i}}I_{{Z}}^{{i}}\n \n \n \n intera\u00e7\u00e3o Zeeman no n\u00facleo.\n \n sendo esta a equa\u00e7\u00e3o fundamental de RMN, uma vez que sem o efeito Zeeman n\u00e3o pode haver espectroscopia de RMN.\n \n \n \n Representando o efeito Zeeman classicamente por:\n \n \n \n {displaystyle E=-{vec {mu }}{vec {B}}_{0}=-{vec {mu }}_{Z}{vec {B}}_{0}=gamma m_{I}hbar B_{0}}E=-{vec {mu }}{vec {B}}_{0}=-{vec {mu }}_{Z}{vec {B}}_{0}=gamma m_{I}hbar B_{0}\n \n \n \n Demonstrando o operador Hamiltoniano a partir do valor acima, temos:\n \n \n \n {displaystyle H_{Z}=-gamma m_{I}hbar B_{0}}H_{Z}=-gamma m_{I}hbar B_{0}\n \n \n \n Dependendo do valor de mI , designado por n\u00famero qu\u00e2ntico magn\u00e9tico, tem-se:\n \n \n \n {displaystyle E_{alpha }=-{frac {1}{2}}gamma hbar B_{0}quad {text{ou}}quad E_{beta }=+{frac {1}{2}}gamma hbar B_{0}}E_{alpha }=-{frac {1}{2}}gamma hbar B_{0}quad {text{ou}}quad E_{beta }=+{frac {1}{2}}gamma hbar B_{0}\n \n \n \n e a diferen\u00e7a de energia entre os dois estados \u00e9 {displaystyle scriptstyle Delta E=E_{beta }-E_{alpha }=gamma hbar B_{0}}scriptstyle Delta E=E_{beta }-E_{alpha }=gamma hbar B_{0}, onde E\u03b1 e E\u03b2 s\u00e3o os valores pr\u00f3prios do operador HZ, na equa\u00e7\u00e3o de onda de RMN para esta intera\u00e7\u00e3o. A equa\u00e7\u00e3o secular para esta intera\u00e7\u00e3o fica da seguinte forma:\n \n \n \n {displaystyle H_{Z}{big |}Psi {big rangle }=E_{Z}{big |}Psi {big rangle }}H_{Z}{big |}Psi {big rangle }=E_{Z}{big |}Psi {big rangle }\n \n \n \n sendo que \u2206E=hv ,e igualando esta quantidade com {displaystyle scriptstyle Delta E=gamma hbar B_{0}}scriptstyle Delta E=gamma hbar B_{0}, temos\n \n \n \n {displaystyle v={frac {gamma }{2pi }}B_{0}}v={frac {gamma }{2pi }}B_{0}\n \n \n \n Na realidade, quando uma amostra \u00e9 colocada na presen\u00e7a de um campo magn\u00e9tico {displaystyle scriptstyle {vec {B}}_{0}}scriptstyle {vec {B}}_{0} , h\u00e1 na ordem de 1023 n\u00facleos at\u00f4micos pressionando em torno dele. Para os n\u00facleos com m=1\/2, possuem menor energia e pressionam em torno do campo magn\u00e9tico externo {displaystyle scriptstyle ({vec {B}}_{0})}scriptstyle ({vec {B}}_{0}) orientados a favor do campo, e outros n\u00facleos com m=-1\/2, possuem maior energia e pressionam na dire\u00e7\u00e3o oposta ao campo magn\u00e9tico externo, sendo estas distribui\u00e7\u00f5es {displaystyle scriptstyle N^{-}}scriptstyle N^{{-}} e {displaystyle scriptstyle N^{+}}scriptstyle N^{{+}}, respectivamente.\n \n \n \n A partir da Mec\u00e2nica estat\u00edstica tem-se que a raz\u00e3o entre estas distribui\u00e7\u00f5es de energia \u00e9 dada pela distribui\u00e7\u00e3o de Boltzmann:\n \n \n \n {displaystyle {frac {N^{+}}{N^{-}}}=exp {Bigg [}{frac {gamma hbar B_{0}}{kT}}{Bigg ]}}{frac {N^{{+}}}{N^{{-}}}}=exp {Bigg [}{frac {gamma hbar B_{0}}{kT}}{Bigg ]}\n \n \n \n Tomando a intensidade do campo magn\u00e9tico da ordem de 1 Tesla, a temperatura da amostra em torno da temperatura ambiente, T \u2248 300K, e o fator giromagn\u00e9tico do n\u00facleo do \u00e1tomo de hidrog\u00eanio, {displaystyle scriptstyle gamma H=42,394MHz.T^{-1}}scriptstyle gamma H=42,394MHz.T^{{-1}} , da express\u00e3o acima obt\u00e9m-se que {displaystyle scriptstyle N^{-1}=1,000007N^{+}}scriptstyle N^{{-1}}=1,000007N^{{+}} para temperatura ambiente.\n \n \n \n Como {displaystyle scriptstyle N^{-}+N^{+}=6,02times 10^{23}}scriptstyle N^{{-}}+N^{{+}}=6,02times 10^{{23}} , consequentemente determina-se que a diferen\u00e7a de distribui\u00e7\u00e3o \u00e9 de \u2206N=2,11\u00d71018 spins, implicando no fato de que N+ =3,0099894\u00d71023 spins pressionam no sentido oposto ao campo magn\u00e9tico externo e N-= 3,01001106\u00d71023 spins pressionam em torno do campo. Desta forma, \u2206N\/N=3,5\u00d710\u22126, ou seja, a diferen\u00e7a de popula\u00e7\u00e3o entre os dois n\u00edveis \u00e9 da ordem de partes por milh\u00e3o (ppm) com rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero total de spins da amostra. Devido \u00e0 precess\u00e3o aleat\u00f3ria dos spins em torno da dire\u00e7\u00e3o z, a magnetiza\u00e7\u00e3o transversal ao campo \u00e9 nula, e a magnetiza\u00e7\u00e3o longitudinal, ao longo da dire\u00e7\u00e3o do campo magn\u00e9tico aplicado, \u00e9 dada por {displaystyle scriptstyle {vec {M}}_{0}=Delta N{vec {mu }}_{i}}scriptstyle {vec {M}}_{0}=Delta N{vec {mu }}_{i}. Logo ,{displaystyle scriptstyle {vec {M}}_{0}}scriptstyle {vec {M}}_{0} \u00e9 a magnetiza\u00e7\u00e3o resultante que surge na amostra quando a mesma \u00e9 colocada sob a a\u00e7\u00e3o de um campo magn\u00e9tico, a qual \u00e9 normalmente denominada por magnetiza\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio.\n \n \n \n Intera\u00e7\u00e3o dos sistemas de spin e RF\n \n Transi\u00e7\u00f5es entre n\u00edveis de energias de um sistema de spins podem ser realizadas excitando os n\u00facleos de um dado sistema por meio da aplica\u00e7\u00e3o de um campo magn\u00e9tico oscilante com frequ\u00eancia adequada (faixa de MHz ou r.f.) para promover transi\u00e7\u00f5es de spins entre os n\u00edveis de energia Zeeman. Sendo \u03c91 frequ\u00eancia de oscila\u00e7\u00e3o do campo {displaystyle scriptstyle {vec {B}}_{1}}scriptstyle {vec {B}}_{1} , temos que HRF \u00e9 dado por:\n \n \n \n {displaystyle H_{R}F=-sum _{i}{vec {mu }}_{i}.{vec {B}}_{RF}}H_{R}F=-sum _{{i}}{vec {mu }}_{{i}}.{vec {B}}_{{RF}}\n \n \n \n O efeito de HRF \u00e9 induzir transi\u00e7\u00f5es entre os auto-estados de \u03b1\u2192\u03b2 , com probabilidades por unidade de tempo dada pela regra de ouro de Fermi:\n \n \n \n {displaystyle P_{alpha rightarrow mathrm {B} }=P_{mathrm {B} rightarrow alpha }cong gamma ^{2}B_{1}^{2}{big |}{big langle }alpha {big |}I_{x}{big |}beta {big rangle }{big |}^{2}delta (omega -omega _{L})}P_{{alpha rightarrow mathrm{B} }}=P_{{mathrm{B} rightarrow alpha }}cong gamma ^{2}B_{{1}}^{{2}}{big |}{big langle }alpha {big |}I_{x}{big |}beta {big rangle }{big |}^{2}delta (omega -omega _{L})\n \n \n \n A express\u00e3o da probabilidade \u00e9 tanto maior quanto maiores forem o fator giromagn\u00e9tico do n\u00facleo em quest\u00e3o e a intensidade do campo de r.f. de excita\u00e7\u00e3o; a fun\u00e7\u00e3o \u03b4, centrada na frequ\u00eancia de Larmor, garante que o campo {displaystyle scriptstyle {vec {B}}_{1}}scriptstyle {vec {B}}_{1} deve oscilar com frequ\u00eancia exatamente igual ao espa\u00e7amento, em frequ\u00eancia dos n\u00edveis zeeman, para que ocorra a absor\u00e7\u00e3o de energia pelo sistema de spins.\n \n \n \n Intera\u00e7\u00e3o dipolar\n \n O acoplamento entre os spins nucleares atrav\u00e9s dos seus momentos dipolares magn\u00e9ticos, \u00e9 representado pelo hamiltoniano dipolar que \u00e9 expresso pela seguinte equa\u00e7\u00e3o:\n \n \n \n {displaystyle H_{D}=sum _{i&lt;k}(-2gamma ^{i}gamma ^{k}hbar )sum _{alpha .beta =1}{vec {;I}}_{alpha }^{i}.{tilde {D}}_{alpha beta }.{tilde {D}}_{beta }^{k}}H_{{D}}=sum _{{i&lt;k}}(-2gamma ^{i}gamma ^{k}hbar )sum _{{alpha .beta =1}}{vec {;I}}_{{alpha }}^{{i}}.{tilde {D}}_{{alpha beta }}.{tilde {D}}_{{beta }}^{{k}} onde {displaystyle scriptstyle {tilde {D}}_{alpha beta }}scriptstyle {tilde {D}}_{{alpha beta }} \u00e9 o tensor de segunda ordem, sim\u00e9trico e de tra\u00e7o nulo, que representa a intera\u00e7\u00e3o dipolar magn\u00e9tica. Classicamente um dip\u00f3lo magn\u00e9tico \u00b51 produz um campo magn\u00e9tico a uma dist\u00e2ncia r dado por: {displaystyle B_{I}={Bigg [}{frac {3(mu _{1}.{hat {r}}){hat {r}}-mu _{s}}{r^{3}}}{Bigg ]}}B_{{I}}={Bigg [}{frac {3(mu _{1}.{hat {r}}){hat {r}}-mu _{s}}{r^{3}}}{Bigg ]} (B) Este \u00e9 o campo produzido por um dip\u00f3lo \u00b5I e a energia de intera\u00e7\u00e3o com outro dip\u00f3lo \u00b5S a um ponto onde o campo magn\u00e9tico \u00e9 dado por BI \u00e9 {displaystyle E=-mu _{s}.B_{1}}E=-mu _{s}.B_{1} (A) Substituindo (A) em (B), temos Vis\u00e3o cl\u00e1ssica de n\u00facleos quadrupolares: distribui\u00e7\u00e3o elipsoidal Prolata (A) e Oblata (B) de carga. {displaystyle E={Bigg [}{frac {3(mu _{I}.{hat {r}})(mu _{S}.{hat {r}})-mu _{I}.mu _{S}}{r^{3}}}{Bigg ]}}E={Bigg [}{frac {3(mu _{I}.{hat {r}})(mu _{S}.{hat {r}})-mu _{I}.mu _{S}}{r^{3}}}{Bigg ]} o an\u00e1logo qu\u00e2ntico \u00e9 {displaystyle H_{D}=B_{1}=-hbar gamma _{I}gamma _{S}{Bigg [}{frac {3(I.{hat {r}})(S.{hat {r}})-I.S}{r^{3}}}{Bigg ]}}H_{D}=B_{1}=-hbar gamma _{I}gamma _{S}{Bigg [}{frac {3(I.{hat {r}})(S.{hat {r}})-I.S}{r^{3}}}{Bigg ]} onde {displaystyle scriptstyle mu _{I}=hbar gamma _{I}I;e;mu _{S}=hbar gamma _{I}S}scriptstyle mu _{I}=hbar gamma _{I}I;e;mu _{S}=hbar gamma _{I}S Intera\u00e7\u00e3o quadrupolar As intera\u00e7\u00f5es quadrupolares est\u00e3o presentes somente quando n\u00facleos com spinI &gt; \u00bd est\u00e3o envolvidos. Tais n\u00facleos possuem uma distribui\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica de cargas el\u00e9tricas e interagem com os gradientes de campo el\u00e9trico presente na amostra.\n \n \n \n A intera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica entre este quadrupolo e o","link":"https:\/\/www.somospopular.com.br\/exames\/ressonancia-magnetica\/","name":"Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica","slug":"ressonancia-magnetica","taxonomy":"categoria_parceiro","parent":0,"meta":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v20.9 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica com Pre\u00e7o Popular. Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica - Exames e Diagn\u00f3sticos<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica com Pre\u00e7o Popular. Encontre e agende com Doutor Consultas e exames Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica. 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