Ptose palpebral – O que é

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Ptose palpebral corresponde à queda da pálpebra superior. É habitualmente causada por uma disfunção do músculo levantador da pálpebra superior, responsável pela sua elevação. A ptose, além do impacto estético, poderá causar uma restrição do campo visual superior ou até mesmo a oclusão do eixo visual. A ptose não deve ser confundida com a presença de uma prega de pele redundante (dermatocalasia), que se desenvolve com frequência em idades mais avançadas.


Dúvidas relacionadas


Exame Médico-Desportivo – O que é

Os exames médicos constituem um instrumento imprescindível para aferir contra-indicações e/ou restrições dos praticantes desportivos para o desempenho da sua prática, representando um importante meio de triagem de determinadas patologias ou situações clínicas, principalmente na população jovem. O exame médico desportivo não deve ser encarado apenas como uma mera resposta a um requisito burocrático-legal, mas sim como um acto médico pleno de valor e interesse. De facto, o principal objectivo do exame médico desportivo é a detecção de condições que possam acarretar risco de morte súbita e doenças susceptíveis de agravamento com o esforço

Neste quadro, o exame médico-desportivo torna-se obrigatório, em todas as situações e para todos os praticantes desportivos, árbitros, juízes e cronometristas filiados ou que se pretendam filiar em federações dotadas de utilidade pública desportiva.


Fenilcetonúria – Doenças e Tratamentos

Doença genética e hereditária pouco frequente, – detectável por exame de sangue, habitualmente através do teste do pezinho, à nascença – em que o organismo, devido à ausência de uma enzima, não é capaz de metabolizar um aminoácido (fenilalanina), que se encontra nos alimentos proteicos (como ovo


Luxação Acromioclavicular – O que é

Esta lesão é comum e afeta atletas jovens envolvidos em desportos motorizadas e naqueles que envolvem lançamento.

Ocorre também em desportos de contacto (futebol, rugby), no ciclismo e em acidentes de viação. Ela corresponde a cerca de 3% das lesões do ombro e a 40% das lesões desportivas do ombro. 

É mais comum nas mulheres e entre os 20 e os 30 anos.

Esta articulação liga a omoplata à clavícula e é sustentada por diversos ligamentos que se podem romper quando ocorre lesão nesta região.

As lesões desta articulação classificam-se em tipos de I a VI, em função da extensão da lesão e do número de ligamentos envolvidos.

As lesões traumáticas mais frequentes da AC são provocadas por forças diretas sobre o bordo superolateral do ombro com o braço em adução, geralmente no contexto de queda. Na nossa realidade estas lesões são típicas da 2ª e 3ª década de vida, no contexto de desportos de contacto (BTT, rugby, motocross, tauromaquia) e afetam os homens entre 3 a 10 vezes mais. 

Assim, no grau I existe um estiramento/rotura parcial dos ligamentos acromio-claviculares e no grau II uma rotura total, sem haver tradução radiográfica de lesão. No grau III existe uma translação superior da clavícula em relação ao acrómio, por rotura dos ligamentos coraco-claviculares, enquanto no grau IV esta além de ser superior também é posterior, para dentro ou através das fibras do trapézio. Nas lesões grau V a separação ainda é maior, com perda da integridade da fascia trapeziodeltoideia, passando a extremidade lateral da clavícula a estar subcutânea. O grau VI, raro, é caracterizado pela passagem da clavícula por baixo da apófise coracóide/tendão conjunto.


Condropatia patela tem cura? Qual o tratamento?

Cura para a condropatia patelar é controversa. O desgaste à articulação dificilmente será revertido, porém, se o tratamento for instituído precocemente, há controle adequado dos sintomas, sem maiores prejuízos ao paciente. Se o quadro for muito avançado, poderá ser necessária cirurgia.


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