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Mauricio Alexandre Mion Pilati – Curitiba – RJ



Clinica Sorridente S C Ltda – Curitiba – RJ



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Sidney Breviglieri – Curitiba – RJ



Clinica Dr Romeu Hausberger – Curitiba – RJ



Eloana Thome – Curitiba – RJ



Fique Sabendo?


Queratose pilar tem cura? Qual o tratamento?

Queratose pilar não tem cura definitiva. O tratamento raramente é necessário e pode haver melhora espontânea. Quando necessário, podem ser usados hidratantes e medicamentos queratolíticos, que amenizam os depósitos de queratina da pele e fazem as bolinhas desaparecer temporariamente.


Evitando o desperdício de alimentos

Numa realidade na qual 30% do alimento produzido no mundo é desperdiçado, planejamento e mudança nos hábitos diários ajudam a evitar que tanta comida vá para o lixo


Bronquiolite – Sintomas

Inicia-se habitualmente por corrimento e obstrução nasal, tosse, com ou sem febre. Após um período de doís a três dias, surge dificuldade respiratória que se vai agravando e que se acompanha por sibilos (pieira), irritabilidade e recusa alimentar. Nas crianças mais pequenas, a bronquiolite aguda pode manifestar-se, numa fase inicial, por períodos de apneia (pausas respiratórias). Pode ainda ocorrer respiração rápida ou dificuldade em inspirar e expirar.


Degenerescência macular – O que é

É uma doença degenerativa da área central da retina (mácula) e conduz a uma diminuição acentuada e irreversível da visão central, com conservação da visão periférica. A sua incidência e a prevalência têm vindo a aumentar, o que resulta do envelhecimento geral da população, do aumento das situações implicadas no seu aparecimento e, também, da melhoria da capacidade de diagnóstico.

Corresponde à principal causa de cegueira nos países ocidentais. Em geral a doença aparece depois dos 55 anos, é progressiva, aumentando a sua prevalência com a idade. Em Portugal, cerca de 12% das pessoas com 55 anos ou mais sofrem de degenerescência macular. A forma mais precoce conta com cerca de 85% a 90% dos casos e em regra não provoca sintomas relevantes. As formas tardias ou avançadas (degenerescência macular com atrofia geográfica e degenerescência macular exsudativa) são responsáveis por 10% a 15% das ocorrências e podem provocar perda grave e irreversível da visão central ou de leitura. Estima-se que em Portugal existam cerca de 310 mil pessoas com a forma precoce e cerca de 45 mil com a forma tardia ou avançada (30 mil com a forma exsudativa e 15 mil com a forma de atrofia geográfica). Todos os anos surgem cerca de 45 mil novos casos com a forma precoce da doença e cerca de cinco mil com a forma tardia. As precoces podem evoluir para as tardias e o risco aumenta com idade e a gravidade das lesões predisponentes, podendo o risco de progressão anual chegar aos 10%.

A degenerescência macular tem um significativo impacto na vida do doente e da sua família e corresponde a um peso enorme em termos económicos para os sistemas de saúde.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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