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Urticária – Sintomas

Geralmente surgem babas na pele com prurido. Nos casos graves, a garganta e a via aérea podem inchar, tornando a respiração e a deglutição difíceis. Nessas situações deve-se recorrer rapidamente ao serviço de urgência.

 

Quando suspeitar de urticária:

Quando se manifestar na pele o rápido aparecimento de pápulas avermelhadas, e algumas vezes esbranquiçadas na parte central, acompanhadas de comichão (prurido) ou por vezes de sensação de queimadura, desaparecendo por breves segundos após a sua pressão;
Quando as lesões regridem num período de 24 horas, espontaneamente ou com tratamento, sem deixar pigmentação residual. No entanto, podem recorrer em locais diferentes e ao longo de um período de tempo variável: até seis semanas (urticária aguda) ou mais do que seis semanas (urticária crónica);
Quando as lesões ocorrerem após a ingestão de um alimento ou da toma de um medicamento;
Quando aparecem imediatamente após o contacto da pele com uma substância (alimentos, plantas, medicamentos, cosméticos, químicos, produtos animais). A este tipo, chama-se urticária de contacto;
Quando são desencadeadas após a exposição da pele a fatores físicos, como: fricção, pressão, frio, calor, forças vibratórias ou luz solar (urticária física);
Quando surgem em situações de breve aumento da temperatura corporal (exercício físico, banho quente, stress emocional). Esta é uma urticária colinérgica.

 

 Quando suspeitar de angioedema:

Quando se manifestar um inchaço (edema) envolvendo as camadas mais profundas da pele, por vezes associado a dor em vez de comichão (prurido), com envolvimento frequente das mucosas e com resolução mais lenta, comparativamente à urticária.
Pode manifestar-se sem haver urticária e ser recorrente, podendo em alguns casos ser hereditário, estar associado a uma doença adquirida ou a certos medicamentos.


Voz e lesões benignas da laringe – O que é

A voz é um dos principais elementos da nossa personalidade, fundamental na comunicação com os outros.


Válvula Mitral – O que é

É a válvula posicionada entre o átrio e o ventrículo esquerdo.

A sua função é a de evitar o refluxo de sangue do ventrículo para o átrio esquerdo. Como acontece no lado direito com a válvula tricúspide, a válvula mitral fecha-se no início da contração ventricular. A sustentação dos folhetos dá-se graças às cordoalhas tendinosas que se originam no interior do ventrículo esquerdo.


Ansiedade – O que é

A ansiedade é uma emoção normal, experienciada pelas pessoas no seu dia a dia, e caraterizada por sentimentos de tensão, preocupação, insegurança, normalmente acompanhados por alterações físicas como o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, sudação, secura da boca, tremores e tonturas.

Apesar deste caráter normativo, quando a ansiedade persiste em certos contextos, interfere negativamente com a capacidade de desenvolver as atividades diárias e causa sofrimento físico e/ou emocional significativo, estamos perante uma patologia ansiosa.

Trata-se de um problema importante e comum. A nível da medicação, entre 2004 e 2009, observou-se um crescimento de 25,3% no consumo de ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos. Estes dados são confirmados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), onde Portugal se situa acima da média dos países desta entidade no consumo de ansiolíticos. São escassos, no entanto, os estudos que apresentam resultados relativos à realidade portuguesa. Alguns apontam para taxas de cerca de 50% dos utilizadores de cuidados primários de saúde apresentando sintomas de depressão/ansiedade. 

As evidências demonstram maior prevalência de perturbações depressivas e de ansiedade entre as mulheres. Em Portugal, existem poucas evidências dessa tendência, embora alguns estudos recentes sugiram que o género feminino é mais suscetível a esse tipo de perturbação.

Em condições normais, a ansiedade pode ser útil, na medida em que ajuda a identificar situações de perigo e permite uma melhor preparação para as enfrentar. Quando bem controlada, atua sobretudo como estimulante. Em excesso, causa sofrimento desnecessário.

Existem diferentes formas de ansiedade, cada uma delas com sintomas diferentes, sendo as principais as seguintes:

doença obsessiva compulsiva
stress pós-traumático
pânico
agorafobia, ansiedade generalizada, social ou de separação

 

Relação entre ansiedade e depressão

A ansiedade faz parte do quadro clínico da depressão e está associada de forma variável às alterações de humor e aos estados depressivos. Pode-se, portanto, afirmar que os pacientes com esta patologia sofrem também de ansiedade, mais ou menos pronunciada. Da mesma forma, a maioria das pessoas em que a ansiedade se manifesta num grau elevado pode evoluir para um estado depressivo. A presença em simultâneo de depressão e ansiedade é muito marcante, implicando maior gravidade de sintomas. Estudos desenvolvidos em Portugal registaram forte correlação entre depressão, ansiedade e stress.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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