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Maria Cristina Machado Do Nascimento – Cabo Frio – RJ



Priscila Martins Soares – Cabo Frio – RJ



Elizana Nascimento Costa Pinto – Cabo Frio – RJ



Fique Sabendo?


AVC – Acidente vascular cerebral – O que é

O acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em Portugal. Em todo o mundo, estima-se que: uma em cada seis pessoas terá um AVC; a cada segundo uma sofre esta enfermidade; e a cada seis segundos esta doença é responsável pela morte de alguém. 

Por ano, 15 milhões sofrem um AVC e, desses, seis milhões não sobrevivem. De acordo com a Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral, Portugal é, na Europa Ocidental, o país com a mais elevada taxa de mortalidade, sobretudo na população com menos de 65 anos.

O AVC resulta da lesão das células cerebrais, que morrem ou deixam de funcionar normalmente, pela ausência de oxigénio e de nutrientes na sequência de um bloqueio do fluxo de sangue (AVC isquémico) ou porque são inundadas pelo sangue a partir de uma artéria que se rompe (AVC hemorrágico). Os isquémicos correspondem a cerca de 4/5 do total. As células do cérebro morrem pouco tempo depois da ocorrência desta lesão. Contudo, pode durar algumas horas se o fluxo de sangue não estiver completamente interrompido. Por essa razão, é fundamental agir rapidamente de modo a minimizar as lesões cerebrais.

Existe também uma outra forma de duração mais reduzida, inferior a 24 horas, que se designa por acidente isquémico transitório (AIT). Nestes casos, o entupimento da artéria cerebral é momentâneo e os sintomas podem durar alguns minutos ou horas. É importante reforçar que, mesmo nos casos transitórios, é fundamental recorrer ao hospital, uma vez que um AIT pode ser o primeiro sinal de um AVC com consequências devastadoras. De facto, uma em cada cinco pessoas que apresenta um AIT irá sofrer um AVC extenso nos próximos três meses. Nunca se deve ignorar um AIT. É ainda comum designar-se o AVC como “trombose”.


Síndrome da classe económica – Sintomas

Os sintomas podem incluir inchaço, dor e sensibilidade, zona da pele com vermelhidão, geralmente nas pernas. Caso se desenvolva um quadro grave de embolismo pulmonar surge falta de ar, cansaço, dor torácica, sensação de desmaio, taquicardia, sudorese e tosse.


Défice de atenção – O que é

O défice de atenção corresponde à ocorrência de períodos de atenção escassos ou breves e uma impulsividade exagerada para a idade. Este défice pode associar-se ou não à hiperatividade. Embora seja mais comum nas crianças, pode também afetar os adultos.

Este problema afeta cerca de 5% a 10% das crianças em idade escolar e é 10 vezes mais frequente em rapazes do que em raparigas.

As primeiras manifestações costumam surgir antes dos quatro anos e quase sempre antes dos sete. O défice de atenção, isolado ou associado a hiperatividade, gera problemas em casa, na escola, no trabalho e nas relações interpessoais, pelo que o seu reconhecimento e abordagem são fundamentais.


Eco doppler – Indicações

O eco doppler vascular arterial está indicado para diagnosticar e quantificar o processo de aterosclerose. As principais manifestações da aterosclerose, nas quais o eco doppler vascular é utilizado, são a doença vascular cerebral, doenças da aorta e doença arterial periférica. Além da aterosclerose e das suas complicações, como a trombose, o eco doppler vascular arterial também é indicado para diagnosticar outras doenças, como as embolias, aneurismas e malformações congénitas. Este tipo de eco doppler não exige jejum ou outro cuidado especial para a sua realização.

 

O eco doppler de carótidas é muito utilizado para avaliar se há um espessamento do revestimento interno destas artérias. Esse aumento de espessura é uma evidência inicial de aterosclerose e esses doentes são considerados de maior risco para as manifestações clínicas da aterosclerose, como o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral.

 

O eco doppler venoso está indicado para o diagnóstico de trombose venosa profunda e permite também avaliar as veias superficiais e as veias perfurantes, que ligam as veias superficiais às profundas), estudando melhor os quadros de insuficiência venosa.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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