Consultórios e Clínicas em Chacara Peixe - Santa Cruz Do Rio Pardo - SP

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Consultorio Medico Eliana Machado De Almeida – Santa Cruz Do Rio Pardo – SP



Consultorio Medico Olivio Tosi – Santa Cruz Do Rio Pardo – SP



Fique Sabendo?


Cavidade Anoftálmica – Evisceração

Remoção do conteúdo intraocular preservando as camadas externas do olho. É
habitualmente colocado um implante para reposição de volume.


Úlcera péptica – Sintomas

Uma úlcera pode ou não ter sintomas. Quando os sintomas ocorrem, pode verificar-se:

Sensação de queimadura no estômago entre as refeições ou à noite
Distensão abdominal
Azia
Náusea ou vómitos.

Em casos graves, os sintomas podem incluir:

Fezes escuras (devido a sangramento)
Vómitos
Perda de peso
Dor intensa no abdómen
Cansaço e falta de forças por anemia


Aneurisma da aorta abdominal – O que é

O termo aneurisma provém do grego e significa dilatação e aplica-se sempre que há um aumento irreversível do diâmetro normal das artérias. Caracteriza-se por tumefação mais ou menos volumosa, pulsátil e com expansão, isto é, com uma variação de diâmetro síncrona com a pulsação arterial.

O aneurisma da aorta abdominal (AAA) infrarrenal é uma doença relativamente frequente, denominando-se como tal sempre que a dilatação for superior a três centímetros.

Resulta de uma fraqueza estrutural da parede arterial, nomeadamente da túnica média, sendo a sua causa mais frequente a aterosclerose. Nestas situações tem em regra uma distribuição focal, com localizações preferenciais na aorta abdominal infrarrenal e nas artérias poplítea e subclávia.

É mais frequente a partir dos 65 anos, mais comum no sexo masculino e a sua prevalência é maior em pacientes com doença coronária ou arterial oclusiva periférica e em portadores de aneurismas periféricos.

Se a prevalência na população portuguesa for semelhante à de outros países europeus, poder-se-á admitir que pode haver cerca de 500 novos casos por ano, com tendência a aumentar, consequência do progressivo envelhecimento da população.

A sua importância clínica deriva essencialmente da irreversibilidade da dilatação arterial e do seu carácter progressivo, a qual pode conduzir à rutura, situação fatal se não tratada cirurgicamente, e associada a elevada mortalidade – 80% nas melhores séries publicadas, o que contrasta com um risco cirúrgico mínimo (menor que 4%) – quando é tratado de forma programada.


Glomerulonefrite – Sintomas

Os sintomas mais comuns são urina com sangue ( escura, cor de ferrugem ou castanha) ou com espuma (pela presença de um excesso de proteínas), inchaço da face, olhos, tornozelos, pés ou abdómen, dor abdominal, sangue nos vómitos ou nas fezes, tosse e dificuldade de respiração, diarreia, aumento no número de micções, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, dores musculares e articulares, e hemorragias nasais.

A glomerulonefrite pode evoluir para outras complicações como a síndrome nefrótica aguda, alterações do sangue, doença renal crónica, infeções urinárias de repetição, insuficiência renal terminal, acumulação de fluidos com insuficiência cardíaca ou edema pulmonar, aumento dos níveis de potássio, hipertensão arterial, e maior suscetibilidade a outras infeções.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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