Papeira – Sintomas
Quando se introduz no organismo, passa para a circulação sanguínea e pode disseminar-se para muitas glândulas diferentes e até para o cérebro. Os sintomas dependem dos órgãos atingidos.
Ao nível das glândulas salivares, a papeira causa dor e inchaço na glândula parótida e noutras glândulas salivares localizadas sob a língua e a mandíbula.
Nos testículos, pode causar inchaço, dor, hipersensibilidade e, por vezes, diminuição permanente do tamanho. A esterilidade é rara.
Nos ovários, pode originar dor nos quadrantes inferiores do abdómen mas não se associa a infertilidade.
No pâncreas, pode provocar inflamação com dores abdominais.
Quando se introduz na circulação sanguínea, o vírus da papeira pode atingir o cérebro, causando meningite (inflamação e infeção das membranas que revestem o cérebro) ou encefalite. Este envolvimento cerebral é muito raro e pode conduzir a complicações a longo prazo, tais como surdez, paralisia, hidrocefalia e convulsões.
Mais raramente, pode afetar outras partes do corpo, tais como as articulações, a glândula tiroideia ou os pulmões.
Quando uma grávida desenvolve papeira, pode existir um risco acrescido de morte fetal e de aborto se a mãe se encontrar no primeiro trimestre de gravidez. No entanto, a infeção provavelmente não aumenta o risco de malformações congénitas.
Em cerca de 15 a 20% dos doentes, a papeira não causa sintomas. Nos casos em que ocorrem, eles geralmente iniciam-se 14 a 18 dias após a exposição a um doente com a doença.
Em cerca de metade dos pacientes, os sinais da infeção podem incluir febre, dores de cabeça, odinofagia, dores musculares, falta de apetite e mal-estar (uma sensação generalizada de doença). O vírus da papeira causa dor e edema na parte anterior do lobo da orelha. Devido a essa dor, mastigar ou engolir pode tornar-se muito desconfortável e o doente pode não ter vontade de comer.
Raramente, os adolescentes do sexo masculino e os adultos com papeira podem desenvolver edema e dor num ou em ambos os testículos (orquite). Nas mulheres, os ovários podem estar envolvidos, o que pode causar dores nos quadrantes inferiores do abdómen. Nos doentes de ambos os sexos, mas mais frequentemente nos adultos do que nas crianças, podem igualmente ocorrer complicações mais graves, incluindo:
Pancreatite da papeira, com dor nos quadrantes superiores do abdómen
Meningite asséptica (não bacteriana), que causa dores de cabeça, rigidez da nuca e sonolência
Encefalite da papeira, com febre elevada e inconsciência, embora isto ocorra em menos de um em cada mil casos
As pessoas recuperam completamente desta patologia. No género masculino existe um risco pequeno de esterilidade se a infeção afetar ambos os testículos.
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Osteoporose – Sintomas
De um modo geral, a osteoporose manifesta-se pela ocorrência de fraturas com pequenos traumatismos (especialmente das vértebras, anca e punho). Em casos graves, mesmo pequenos esforços são suficientes para fraturar um osso enfraquecido pela osteoporose. Os sintomas apenas surgem quando a doença está muito avançada, pelo que um diagnóstico precoce é essencial para que se possa impedir a sua progressão.
Alguns sinais podem manifestar-se pelo aparecimento de alterações no corpo, como a perda de altura superior a 2,5 centímetros, o aparecimento de cifose (curvatura acentuada das costas) ou de ombros descaídos para a frente, ficando a cintura mais larga e o abdómen mais proeminente. São também comuns as dores nas costas, súbitas, intensas e inexplicáveis.
Dislipidemia – Sintomas
Assim, pode causar opacificações na córnea (a camada mais superficial e transparente dos olhos), por vezes sob a forma de um arco esbranquiçado, xantomas (acumulações de colesterol sob a pele), sofrimento ao caminhar, dores abdominais, alterações do equilíbrio e da fala, além de confusão. Muitos destes sintomas traduzem a obstrução da circulação arterial causada pela dislipidemia (aterosclerose). Em alguns casos, a sua primeira manifestação pode ser um evento grave, como um enfarte do miocárdio ou acidente vascular cerebral, ou mesmo morte súbita. Estes cenários são mais prováveis em doentes sem acompanhamento médico há muito tempo e com formas muito avançadas de dislipidemia.