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Dicas para ter uma alimentação mais saudável

Dá para comer bem, coisas gostosas, sem comprometer a saúde. Para começar, no mercado, substitua os alimentos ultraprocessados, aqueles muito industrializados, por alimentos in natura ou minimamente processados, como arroz, feijão, carnes, ovos, leite, frutas, verduras, legumes. Assista o vídeo e confira as outras dicas que a Juliana tem para você.


Transplante de menisco – O que é

Em alguns casos, depois de uma cirurgia em que se retira a totalidade ou parte significativa do menisco, a pressão exercida na cartilagem do joelho aumenta e pode originar dor e limitação da função articular. A síndrome pós-meniscectomia, como é designado, representa um estado de descompensação articular antes da artrose, por falta do tecido meniscal.

O transplante de menisco é uma técnica de cirurgia reconstrutiva do joelho, indicada nestes casos de síndrome pós-meniscectomia, em que se coloca um menisco “novo”, proveniente de um banco de tecidos humanos (à semelhança do que acontece nos transplantes de outros órgãos). O principal objetivo desta cirurgia é o tratamento da dor e melhoria da função do joelho afetado nas atividades da sua vida diária. A prática desportiva deve ser encarada como objetivo secundário, neste contexto.

O candidato ideal é aquele ou aquela, a quem foi retirado um menisco, apresenta dor e limitação funcional referidas ao compartimento sem menisco, tem idade inferior a 50 anos, sem lesão ou com uma lesão limitada da cartilagem, sem desvios do eixo mecânico e com um joelho estável. No entanto, joelhos com desvios do eixo e/ou instabilidades que possam ser corrigidos cirurgicamente, também podem ser submetidos ao transplante de menisco. Não são candidatos a este procedimento, indivíduos com doença articular inflamatória, com infeções ativas, obesos, com diminuição da imunidade, crianças ou com artrose do joelho já estabelecida.


Bronquiolite – O que é

A bronquiolite é uma inflamação aguda das vias aéreas inferiores, muito frequente nos dois primeiros anos de vida e com predomínio no fim do outono e no inverno.

Os bronquíolos são as vias aéreas menores e mais estreitas que fazem a comunicação entre os brônquios de maior calibre e os alvéolos. Os alvéolos são a porção dos pulmões onde ocorrem as trocas de oxigénio e de dióxido de carbono. O vírus sincicial respiratório é o agente responsável por mais de 70% dos casos. Por vezes, num mesmo episódio de bronquiolite aguda, pode estar implicado um ou mais agentes infeciosos.

É extremamente contagiosa e a transmissão faz-se pelo contacto com secreções respiratórias contaminadas. Embora a tosse produza aerossóis (pequenas gotículas infetadas) que as crianças inalam, o modo mais frequente de transmissão é através das mãos que possuem secreções infetadas. Habitualmente, as crianças adquirem a patologia após terem estado expostas a membros da família com a infeção ou a crianças doentes, no infantário. Como tal, a lavagem das mãos antes de lidar com os bebés é das medidas mais importantes para diminuir o contágio.

A bronquiolite aguda carateriza-se por uma obstrução das vias aéreas de pequeno calibre (bronquíolos), dificultando a entrada do ar nos pulmões. Atinge sobretudo crianças menores de dois anos (incidência máxima entre o primeiro e sexto mês de vida). Grande parte é contagiada por este vírus e desenvolve bronquiolite leve não necessitando de cuidados hospitalares. Os casos mais graves (1% a 2% dos casos) terão que ser internados nos serviços de pediatria.


O que é aplasia medular e quais são os sintomas?

Aplasia medular é uma doença em que a medula óssea apresenta falência na produção das células sanguíneas.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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