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Dislipidemia – O que é

A dislipidemia é uma condição em que ocorrem níveis anómalos de lípidos no sangue.

Os lípidos são um componente importante do organismo humano e permitem a normal função das células. São também uma fonte de energia. Existem essencialmente dois tipos de lípidos: o colesterol e os triglicéridos.

O colesterol sanguíneo é transportado por dois tipos de lipoproteínas: de alta densidade (HDL ou “bom” colesterol) e as de baixa densidade (LDL ou “mau” colesterol). Os triglicéridos são transportados por lipoproteínas de muito baixa densidade (VLDL).

As dislipidemias podem envolver diversos tipos de moléculas, como as de  alta densidade ou as de baixa densidade. As primeiras transportam o colesterol dos tecidos para o fígado. As segundas permitem que o colesterol se misture com a água em torno das células e na corrente sanguínea.

Portanto, um excesso de lipoproteínas de baixa densidade é prejudicial para a saúde, acontecendo o contrário com as de alta densidade, por serem capazes de remover o colesterol das artérias.

A presença de uma dislipidemia afeta a qualidade global de saúde, contribuindo para o espessamento e rigidez das artérias, sobretudo se não for devidamente acompanhada e tratada. Como não origina sintomas durante anos, a doença pode evoluir para um enfarte do miocárdio ou para um acidente vascular cerebral.

Quando os níveis de “mau” colesterol e de triglicéridos no sangue são muito elevados, aumenta o risco de aterosclerose e de obstrução parcial ou total do fluxo sanguíneo que chega ao coração e ao cérebro. A dislipidemia é, de facto, um dos principais fatores de risco da aterosclerose, que representa a principal causa de morte dos países desenvolvidos, incluindo Portugal. A sua importância deriva da sua associação a doenças do coração e cerebrovasculares, particularmente à aterosclerose.

Um estudo realizado em Portugal indicava uma incidência de hipercolesterolémia de 559 novos casos de dislipidemias por 100 mil habitantes. Essa incidência aumentava com a idade até aos 54 anos para o género masculino e até aos 64 para o feminino. Verificou-se uma maior ocorrência nos homens até aos 54 anos invertendo-se depois para uma tendência acrescida nas mulheres. Num outro estudo, detetou-se hipercolesterolémia em 47% da população e níveis aumentados de LDL em 38,4%. A hipertrigliceridemia e o HDL diminuído foram menos prevalentes, afetando 13% da população.


O que é escoliose e quais os seus sintomas?

Escoliose é uma curvatura anormal da coluna vertebral, em que a coluna fica curvada para os lados, em forma de “C” ou “S”, quando observada pela frente ou pelas costas. A escoliose pode acometer a coluna lombar, torácica e cervical.


Estrabismo na criança – Sintomas

Na criança muitas vezes não há sintomas e o próprio desvio é o único sinal presente.
Uma das consequências do estrabismo é a diplopia ou dupla imagem. Para evitar ver duplo o cérebro da criança elimina a imagem de um dos olhos (supressão). Quando há um olho desviado este é o menos utilizado o que, com o tempo, leva ao olho preguiçoso ou amblíope (ver ambliopatia).

Devemos suspeitar de um estrabismo quando a criança encerra um olho com a luz ou apresenta uma má postura da cabeça, sinais que significam uma adaptação do seu cérebro para evitar a dupla imagem.

Outra das características é a perda da visão binocular, isto é, a capacidade de ver a 3 dimensões, noção da profundidade e das distâncias entre os objetos.
É também importante ter em consideração o impacto psicológico e social que tem um estrabismo, não só para a criança mas também para os seus pais.


Obstrução da via lacrimal – O que é

Após ser produzida, a lágrima é drenada a partir da porção interna das pálpebras até à cavidade nasal. Por vezes essa via pode ficar obstruída, conduzindo a queixas persistentes de lacrimejo (nestes casos denominado de epífora). O excesso de lágrima pode, contudo, ser causado não por uma deficiente drenagem mas antes por um aumento da sua produção, associado por exemplo a patologia da superfície ocular. Desta forma, perante queixas de lacrimejo excessivo ou sensação de “olho húmido” torna-se importante um exame detalhado por um Oftalmologista para a identificação da causa.


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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