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Cólera – Sintomas

Em cerca de 75% a 80% dos casos não ocorrem quaisquer sintomas, embora a bactéria esteja presente nas fezes durante sete a 14 dias após a infeção. Por isso, as pessoas infetadas e sem sintomas podem ser uma fonte de contágio para os outros. Nos restantes casos, ocorre uma diarreia aquosa aguda e muito intensa que pode provocar um quadro grave de desidratação que, sem tratamento, pode ser fatal.

Os sintomas de cólera iniciam-se, em média, um a três dias após a infeção. A diarreia é habitualmente súbita, indolor e aquosa e pode acompanhar-se de vómitos. Nos casos mais graves, as perdas de líquidos podem ser de um litro por hora, embora como regra a quantidade perdida seja muito menor. Noutros, a grande diminuição de água e sal provoca uma desidratação acentuada, com sede intensa, cãibras musculares, debilidade e uma produção mínima de urina. A perda de líquidos nos tecidos causa um quadro com olhos muito encovados e com a pele das extremidades muito enrugada. Se não for tratado, os graves desequilíbrios no volume sanguíneo e a maior concentração de sais podem conduzir a insuficiência renal, choque e coma.

Os sintomas costumam desaparecer ao fim de três a seis dias. Os indivíduos afetados libertam-se, geralmente, do microrganismo em duas semanas, mas alguns convertem-se em portadores permanentes.


Obesidade – Causas

Esta doença crónica – que, por isso, requer cuidados continuados para se manter controlada – ocorre quando o número de calorias ingeridas é superior às que são gastas. Quando isto acontece, diz-se que o balanço energético é positivo e, como resultado, o corpo armazena as calorias extras sob a forma de massa gorda. Isto está associado, por exemplo, à adoção de hábitos de vida sedentários e a uma alimentação rica em cereais refinados, açúcares e gorduras saturadas. 

A obesidade tem causas multifatoriais (de natureza ambiental, metabólica, genética) e pode ter influências culturais, psicológicas e comportamentais.


Cólica e inchaço abdominal

O inchaço abdominal também é um dos primeiros sintomas de gravidez surgindo mais frequentemente nos primeiros 7 dias a 2 semanas. O aumento do fluxo sanguíneo e a adaptação ao crescimento uterino são os maiores causadores deste inchaço abdominal, que pode ser confundido com uma cólica menstrual de fraca a média intensidade. Além disso, a mulher pode ainda ter uma pequena perda de sangue, semelhante à menstruação, mas em menor quantidade.


Gases durante a gravidez prejudica o bebê?

Gases durante a gravidez não prejudicam o bebê. O aumento dos gases intestinais é um sintoma normal da gestação, experimentado por muitas mulheres, especialmente nas primeiras semanas de gravidez. Há aumento na necessidade de arrotar e de soltar flatos (puns).


Os dados contidos nessa base de conhecimento são estritamente informativos, e não dispensa a consulta ou atendimento por profissional especializado na área.
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